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Fundac homenageia profissionais no dia do assistente social

publicado: 16/05/2020 12h36, última modificação: 03/06/2020 20h42
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“Ser assistente social na politica de socioeducação é superar limites, construir pontes, derrubar muros, fazer laços e promover cidadania”, foi assim que a diretora técnica da Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida”, Waleska Ramalho, definiu o profissional, nesta sexta-feira 15 de maio, no dia dedicado ao Assistente Social.
Segundo Nadja Maria Abrantes de Carvalho Estrela e Silva, assistente social do Centro Educacional do Adolescente, em Sousa, a atuação do profissional na Socioeducação é construída através do atendimento realizado ao adolescente e ao grupo familiar. “É de posse destas informações que o assistente social elabora a sua estratégia de intervenção, toda pautada para a efetivação continuada dos direitos sociais no que tange à especificidade das medidas socioeducativas, que visa também contribuir para o processo de responsabilização do adolescente”, explicou.
Nadja Abrantes disse ainda que, nos últimos anos, houve uma relevante evolução nas Unidades Socioeducativas da Paraíba, especificamente no CEA/Sousa, quanto à intervenção no conhecimento teórico-prático e nas condições de trabalho através do Sinase bem como a articulação com as instituições que compõe o Sistema de Garantia de Direitos para que o trabalho fosse realizado em sua totalidade. “Ao assistente social cabe à busca para construir o “sujeito” orientado pela perspectiva do direito. Parabéns a todos os assistentes sociais que fazem a Fundac”, disse.
Para Lauriana Marques da Silva, assistente social da Unidade CEA – Sousa, atuar nessa profissão em uma Unidade Socioeducativa foi um grande desafio. “Precisei me tornar uma estudiosa social, buscando dá ênfase a prática e aprimoramento na área, para compreensão das dimensões técnicas para lidar com a realidade de cada adolescente em cumprimento de medida”, recordou Lauriana.
“Outro desafio alcançado foi operacionalizar o Sistema SIPIA - Sinase. Com força de vontade e compromisso, procurei conhecer e praticá-lo todos os dias. Atualmente sou o técnico de referência dos adolescentes com Medida Cautelar Provisória”, acrescentou Laurina Marques.
De acordo com Maria do Socorro Andrade, também assistente social do CEA em Sousa, é desafiador atuar na socioeducação, exige desafios reais e emergentes. “Sinto-me realizada em contribuir com a multidisciplinaridade na busca de garantia de direitos elencados no ECA e no Sinase, no que tange ao processo ressocializador”, afirmou Maria do Socorro.
“Gostaria de parabenizar todas e todos os assistentes sociais da Fundac e pelo mundo afora! Nesse momento de pandemia, o trabalho desses profissionais é essencial: nas Unidades Socioeducativas, nos Hospitais, nos Abrigos e em outros espaços de acolhimento. Nossa gratidão!”, disse Noaldo Meireles, presidente da Fundac.
“Em nome dos assistentes sociais mais antigos da Fundac: Severina Cruz Maria Antonieta de Macedo, Maria de Fatima Castro Freire, Maria da Penha Grego (Lar do Garoto) e Nadja Maria Abrantes (CEA/Sousa), nosso reconhecimento pelo trabalho, compromisso com a defesa dos direitos e pela luta incansável e persistente para fazer da socioeducação um espaço de ressignificação de vidas”, lembrou Waleska Ramalho, também assistente social, reafirmando o compromisso de luta e resistência.
Assistente Social
“Seu amparo e cuidado é luz para aqueles que não têm.
Dentre todos os segmentos de atuação, és o alicerce que garante a relação, sem nunca perder de vista seu foco, que é fazer o bem.
Um garantidor nato;
Uma Mãe destemida;
Uma Profissional essencial;
És querida e amada por todos;
Por isso, digo, o mundo sem ti, não é igual!
Obrigado, minhas amadas Assistentes Sociais!”
(por Luiz Antônio da Silva Sousa, diretor do Lar do Garoto)