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24 de fevereiro de 2016

Vigilâncias sanitárias da macrorregional Patos recebem informações sobre atuação no combate ao Aedes aegypti



encontro Agevisa 4 270x202 - Vigilâncias sanitárias da macrorregional Patos recebem informações sobre atuação no combate ao Aedes aegyptiOs coordenadores de vigilâncias sanitárias da macrorregional que envolve os municípios de Patos, Princesa Isabel e Piancó, participaram de um encontro, nessa terça-feira (23), no auditório da 6ª Gerência de Saúde, em Patos, que teve como facilitadores Sérgio de Vasconcelos Brindeiro, gerente técnico de Medicamentos e Produtos e Djanira Lucena, diretora de Medicamentos e Alimentos da Agevisa, além de Eugênio Pacceli, da Vigilância Ambiental e Elza Barbalho, gerente da Agevisa Patos.

encontro Agevisa 6 270x202 - Vigilâncias sanitárias da macrorregional Patos recebem informações sobre atuação no combate ao Aedes aegyptiO objetivo do evento, inserido no Plano Estadual de Combate ao Aedes, foi repassar informações sobre o controle do mosquito e quais as normas técnicas que a Vigilância Sanitária pode usar nessa “guerra”. Esse trabalho, que vem sendo posto em prática pelo Governo do Estado através da Agesiva, está na sua fase inicial. Nessa palestra, os municípios ficaram a par da legislação, competência e limite de atuação.

encontro Agevisa 5 270x202 - Vigilâncias sanitárias da macrorregional Patos recebem informações sobre atuação no combate ao Aedes aegypti“A gente mostra que eles também são competentes e têm poder de atuar e autuar estabelecimentos que por acaso tenham criadouros do Aedes aegypti. Se fala muito em Vigilância Ambiental, mas quem tem o poder de polícia administrativa é a Vigilância Sanitária”, explicou o gerente de Medicamentos, Sérgio Brindeiro.

Na prática, os vigilantes sanitários vão verificar durante as inspeções se os estabelecimentos possuem criadouros do mosquito. Se constatarem isso, farão uma ação educativa, de conscientização, de como o cidadão deve agir para acabar com os focos e abrir uma notificação. Numa nova visita, caso o estabelecimento não tenha feito nada para acabar com os focos, será autuado e enfrentará as medidas cabíveis impostas pelo órgão sanitário.