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17 de agosto de 2012

Última semana do Projeto Ver Brasil exibe documentários do Ceará e Pernambuco



O projeto Ver Brasil chega ao seu último fim de semana de exibições neste sábado (18) e domingo (19), apresentando documentários produzidos em Pernambuco e no Ceará. O primeiro filme das sessões é “Flash Happy Society”, de Guto Parente, realizado em 2009, no Ceará, e com duração de oito minutos.

O segundo é “Pacific”, de Marcelo Pedroso, também de 2009, do Estado de Pernambuco, com duração de setenta e dois minutos.As sessões começam às 19h, e a entrada é gratuita.

Projeto – O projeto é realizado pela Funesc, Associação Brasileira de Documentaristas, secção Paraíba (ABD-PB), Tintin Cineclube e conta com apoio do Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Cine Mais Cultura e Governo Federal.

A ação consiste na exibição de filmes que, em sua maioria, ficam fora do circuito comercial das exibidoras, possibilitando o acesso do público à cinematografia brasileira. O objetivo é a formação de público para o cinema nacional, iniciativa do Ministério da Cultura que vem sendo difundido em vários Estados. A primeira etapa paraibana aconteceu de 24 de março a 26 de maio. Essa segunda etapa, que teve início no dia 14 de julho, se estende até 19 de agosto

Sinopses – “Flash Happy Society”, de Guto Parente [doc, 8’, 2009, CE]

Ficção científica baseada em fatos reais, que retratam um suposto futuro. E isso também é o instante fotográfico, a transformação de um presente em passado para o futuro. A luz sempre foi um símbolo de iluminação e clareza, de consciência. Nesse filme ela vem através de flashes que cegam voluntariamente os pequenos grupos da multidão, até a grande cegueira final. Classificação indicativa: livre

“Pacific”, de Marcelo Pedroso [ doc, 72’, 2009, PE]

O documentário Pacific é todo construído a partir de imagens de passageiros de um cruzeiro que tem como destino uma das mais belas paisagens brasileiras, o arquipélago de Fernando de Noronha. São sete dias de viagem registrados pelas lentes de turistas que filmam tudo, a todo instante. Ao lançar seu olhar sobre o olhar dos personagens, o filme se revela um ensaio sobre a produção de imagens na contemporaneidade e suas implicações políticas, além de lançar luz para uma reflexão sobre a sociedade brasileira, a partir de um grupo social pouco visto e longe dos estereótipos comumente observados em documentários. Classificação indicativa: 14 anos