João Pessoa
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Superintendente da PF considera fantástica a atuação dos policiais durante toda a operação

terça-feira, 10 de novembro de 2009 - 20:16 - Fotos: 

O superintendente da Polícia Federal na Paraíba, delegado Sinomar Neto, elogiou na tarde desta terça-feira (10) a ação da Polícia Militar do Estado, que rapidamente chegou à Agência Cabo Branco da Caixa Econômica Federal (CEF), no Centro de João Pessoa, e frustrou um assalto à instituição de crédito, logo após ser acionada pelo Centro Integrado de Operações Policiais (CIOP). Cerca de 20 policiais militares participaram da operação que envolveu o Pelotão de Choque e o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE). Logo em seguida, a Polícia Federal também chegou à agência da Caixa e assumiu a operação, com o apoio da PM.

O delegado federal Sinomar Neto afirmou que “foi importante o apoio da Polícia Militar, numa operação que a rigor seria obrigação da Polícia Federal, já que o banco é oficial. A gente sempre conta com a colaboração da PM. Foi fantástica a atuação da Polícia Militar”, revelou a autoridade.

“Com certeza a Polícia Militar tem feito um excelente trabalho e hoje mesmo, pessoalmente, a gente tem que agradecer, houve a colaboração e até à tarde os PMs estavam imbuídos em nos auxiliar”, acrescentou. Nos últimos 30 dias, a polícia frustrou três tentativas de assaltos a bancos, duas delas em agências do Banco Real.

O comandante do 1º Batalhão de Polícia Militar, coronel Carlos Américo, afirmou que o Choque isolou a área e o GATE, dentro da agência bancária, encontrou um artefato simulando uma ‘bomba’. A partir de então, a Polícia Federal assumiu as investigações, inclusive a perícia para verificar o tipo de material encontrado na agência.

Padrão de segurança – O coronel Américo revelou que a atuação da PM foi executada dentro dos padrões normais internacionais de segurança pública. A ação dos policiais militares, em conjunto com os policiais federais, foi respectivamente monitorada pelo comandante geral da PM, coronel Wilde Monteiro, e pelo superintendente da PF, delegado Sinomar Neto.

Em nota à imprensa, o Setor de Comunicação Social da Polícia Federal informou que uma gerente da Agência Cabo Branco, vítima de sequestro, estava no banco sendo orientada por criminosos a sacar dinheiro e pegar jóias nos cofres. Ela estaria usando um cinto com suposto explosivo.

A mãe da gerente e uma amiga foram feitas reféns e estavam em poder de parte da quadrilha em algum local da cidade. Por voltas das 15h as duas reféns foram libertas e as três mulheres compareceram em seguida à sede da Polícia Federal, mas por estarem emocionalmente abaladas somente serão ouvidas nos próximos dias, com a instauração do inquérito policial.

Josélio Carneiro, com fotos de João Francisco, da Secom-PB