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Sintesp celebra ‘Dia Internacional da Mulher’ na UEPB, em Campina

segunda-feira, 8 de março de 2010 - 18:55 - Fotos: 
Numa iniciativa do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintesp-PB), foi realizada nesta segunda-feira (8) uma comemoração em homenagem ao ‘Dia Internacional da Mulher’, no hall de entrada do Prédio da Administração Central da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), no Bairro de Bodocongó, em Campina Grande.

A atividade foi aberta pelo representante do Sintesp, Severino dos Ramos (Raminho), que passou a palavra à professora Rilva Suellen, coordenadora adjunta do Departamento de Odontologia e responsável pelo projeto ‘Doutores do Sorriso’, presente ao evento. Uma ação preventiva foi apresentada pelos alunos do curso de Odontologia, que promoveram explicações acerca da escovação correta e distribuíram cremes dentais.

Em seguida, a professora do Departamento de Educação Física, Regimênia de Carvalho, promoveu dinâmicas de relaxamento em grupo e ginástica coletiva, animando todos os presentes. A secretária do Sintesp-PB, Isolda Rocha, e a pró-reitora de Ensino de Graduação, Eliana Maia, parabenizaram todas as mulheres, especialmente as professoras e servidoras da UEPB, salientando “a importância de relembrar, nesta data, a luta por condições melhores para as mulheres do mundo todo”.

Representando a reitora Marlene Alves, Eliana Maia salientou que “as mulheres são maioria na população e que, estando cada vez mais unidas, certamente trilharão com mais facilidade seus caminhos”. Finalizando a manhã de festa, foram oferecidos brindes às mulheres, bem como um café da manhã e escovação de cabelos.

A data – No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos de Nova Iorque, nos Estados Unidos, fizeram greve reivindicando melhores condições de trabalho, tais como a redução na carga horária de 16 para 10 horas diárias, equiparação de salários com os homens e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com violência e as mulheres trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada em seguida. Com isso, aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas. Em 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou estabelecido que o dia 8 de março passaria a ser o ‘Dia Internacional da Mulher’, numa homenagem às mulheres que morreram na fábrica em 1857.