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SES registra 6.282 casos suspeitos de dengue no Estado

segunda-feira, 25 de abril de 2011 - 12:56 - Fotos:  Divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou nesta segunda-feira (25) o boletim epidemiológico número 13, concluído no dia 16 de abril. Até agora foram notificados 6.282 casos suspeitos de dengue, sendo 1.481 confirmados como do tipo clássica, 16 com complicações e 21 do tipo hemorrágica. Um óbito foi registrado de dengue do tipo hemorrágica no município de Campina Grande.

De acordo com o Boletim, o Diagrama de Controle do Estado a partir da semana epidemiológica 13 manifesta de forma positiva uma curvatura abaixo do limite superior, revelando que a ocorrência dos casos está dentro de um quantitativo não epidêmico.

“Como estamos passando por um período considerado crítico e favorável à proliferação do vetor este resultado não deve interferir na vigilância e na intensificação das ações de controle vetorial. O chamamento da população como ator co-responsável no processo deve persistir sem interrupção”, frisou a gerente de vigilância em saúde da SES, Júlia Vaz.

As cidades que estão com os maiores percentuais de ocorrência dos casos de dengue com complicação (DCC) são: Santana de Mangueira com 14,3% dos casos notificados, Pirpirituba com 12,5 %, Bonito de Santa Fé e Carrapateira, ambos, com 4,2 % dos casos.

Com relação à febre hemorrágica da dengue (FHD), o maior percentual sobre os casos notificados estão nos municípios de Diamante e Mulungu, com 25 % dos casos notificados e Mogeiro com 11,1 %.

Recomendação – A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está recomendando intensificar as ações de controle vetorial e de educação da população dos municípios de Diamante, Mulungu, Mogeiro, Santana de Mangueira e Santa Inês que pertencem à sétima gerência regional de saúde.

“Vamos realizar a busca ativa retrospectiva de casos que por ventura passaram despercebidos para avaliar a real situação epidemiológica destes municípios e realizar ação de mobilização da população, de forma articulada com a Secretaria de Estado da Saúde, Defesa Civil do Estado e Secretarias Municipais de Saúde”, disse a gerente de vigilância em saúde da SES, Júlia Vaz.