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18 de fevereiro de 2014

SES participa de ações da Fundação de Ação Comunitária em bairros



A Secretaria de Estado da Saúde (SES) participará mais uma vez das ações realizadas pela Fundação de Ação Comunitária (FAC)/Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano, em vários bairros da Capital. Durantes as ações, que são realizadas todas as quartas-feiras até o final de abril, são oferecidos à população serviços de diversas secretarias estaduais.

Vários setores da SES participam das ações, oferecendo vacinas, testes-rápidos de HIV, sífilis, hepatite B e C, verificação da pressão arterial e glicemia. Além disso, são distribuídos folderes e cartazes com diversas informações para a população. De acordo com Rosa Maria, do Núcleo de DST/AIDS e Hepatites Virais da SES, o atendimento é realizado com todo cuidado, em etapas. “Cada usuário participa de um primeiro momento que é o pré-aconselhamento. Ele então faz os testes, que são 4 – HIV, sífilis, hepatite B e C – e retorna para receber o pós-aconselhamento, que é o resultado do exame”, explicou. Também são distribuídos preservativos para os usuários.

Rosa lembrou ainda que é realizado um treinamento teórico-prático com um grupo de municípios , no Hospital Clementino Fraga. Esse treinamento visa confirmar a prática desses profissionais para que possam participar das ações. “Nós colocamos um facilitador para supervisionar cada três pessoas que acabaram de ser treinadas, isso mostra todo um cuidado para que essas pessoas estejam realmente preparadas para oferecer os serviços à população”, disse Rosa.

Durante as ações, 25 profissionais da 1ª Gerência Regional de Saúde trabalham, divididos em sete tendas, buscando oferecer a oportunidade dos testes rápidos à uma população que muitas vezes não teria acesso aos serivços. Segundo Rosa Maria, levar o serviço até a população é meta das ações, pois muita gente não sabe como chegar até o teste, enquanto outros sabem, mas não têm tempo de ir até onde o serviço é ofertado.

É importante levar esses testes até a população, pois o quanto antes alguém sabe da sua soro-positividade, mais fácil será para se tratar, mudar os hábitos e levar uma vida saudável, se possível, inclusive retardar o aparecimento da Aids, pois a pessoa primeiro é contaminada pelo vírus, e ele fica uns 8 anos no organismo da pessoa, e só depois é que ele começa a atacar o seu sistema imunológico, começando aí a apresentar as doenças oportunistas, o que já seria a Aids em si. Então o esforço que a gente faz é para que essas pessoas saibam o quanto antes , pois quanto mais cedo, maior chance de uma melhor sobrevida”, explicou.

Calendário de Ações Comunitárias da FAC

(todas são realizadas das 9h às 13h)

19/02: Conjunto Renascer (Cabedelo)

12/03: Bayeux

19/03: Baixo Roger

26/03: Alto do Mateus

02/04: Santa Rita

09/04: Castelo Branco

16/04: Torre

23/04: Valentina

30/04: Penha