João Pessoa
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Serviço está orçado em R$ 308 mil e a conclusão das obras deve ocorrer em 60 dias

segunda-feira, 9 de novembro de 2009 - 19:42 - Fotos: 

Por determinação do governador José Maranhão, o Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) iniciou nesta segunda-feira (9), as obras de restauração de aterro no Acesso Oeste de João Pessoa. O superintendente do órgão, Solon Alves Diniz; o diretor de Administração, Armando Marinho; o chefe da Divisão de Construção e Pavimentação, Aluízio Lucena Júnior e o assessor técnico José Arnaldo assistiram ao início dos trabalhos.

Durante a execução da obra, que custará ao Governo do Estado R$ 308 mil, o tráfego de veículos ficará interrompido em uma das faixas no sentido Centro/BR-230. Toda a área em obras conta com faixas de sinalização, alerta e pessoal especializado no controle de trânsito. A conclusão acontecerá em um prazo de 60 dias.

Solução rápida – Ao anunciar o início das obras, a diretoria do DER disse que na ocasião do rompimento do aterro o governador José Maranhão determinou a solução mais rápida possível, para evitar transtornos no tráfego de veículos no trecho. De imediato, o Departamento iniciou a elaboração do projeto de estabilização do aterro rompido, vez que se tratava de uma reincidência.

A demora para o início dos serviços, segundo revela a diretoria do DER, se deu por tratar-se de um projeto especial que utilizou estudos detalhados de solos, geotécnicos, sondagens, análise e estabilidade do talude. O projeto ficou pronto na última semana.

O setor de engenharia do DER explica que em decorrência das intensas chuvas ocorridas em João Pessoa, o talude do aterro do Acesso Oeste, uma das principais ligações do centro de João Pessoa com a BR-230, “tornou-se instável devido à saturação das camadas de solo que dão suporte a estrutura e não resistindo as solicitações do pavimento, o talude veio a romper. Como consequência, o pavimento sofreu graves danos, comprometendo a segurança dos usuários e de toda a estrutura da via”.

Para atender as necessidades dos diversos aspectos considerados na escolha da solução a ser empregada na contenção do aterro rompido, “o método de solo reforçado por geossintéticos foi o que se mostrou mais viável diante das considerações mencionadas”, conclui.

José Pereira Cabral, do DER, com fotos de Walter Rafael, da Secom-PB