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22 de março de 2012

Seminário sobre Lei Maria da Penha discute violência contra mulher na região do Brejo



A Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (SEMDH) e o Serviço de Educação Popular (Sedup) realizam nesta quinta-feira (22), às 14h, no Centro Educacional Nossa Senhora da Luz em Guarabira, o seminário “Lei Maria da Penha: desafios e perspectivas”. O evento integra a programação do Mês da Mulher promovida pelo Governo do Estado, que inclui uma série de atividades em vários municípios da Paraíba desde o início o mês.

O seminário irá discutir aspectos relacionados às diferentes formas de violência cometidas contra a mulher e a implementação da Lei Maria da Penha no estado, a partir da palestra da Gerente Operacional de Enfrentamento à Violência Contra à Mulher da SEMDH, a advogada e assistente social Cândida Moreira Magalhães.

O público-alvo da atividade são os movimentos populares da região do brejo e a população de Guarabira. Também são esperadas trabalhadoras rurais e urbanas, além de lideranças de municípios como Pilões, Pirpirituba, Cuitegí, Serraria, Araçagi, Alagoa Grande, Mogeiro, Solânea e Bananeiras. O Centro Educacional Nossa Senhora da Luz, que está apoiando o evento, também organizou turmas de jovens estudantes e professoras para participarem da ação.

De acordo com a Secretária Executiva da SEMDH, Gilberta Soares, uma atividade como essa na região do Brejo é de extrema importância para a interiorização das ações de enfrentamento a violência contra a mulher, uma das metas da secretaria. “A região de Guarabira é histórica nas lutas por cidadania e por direitos das trabalhadoras rurais, e é fundamental o envolvimento da sociedade civil organizada com a divulgação da Lei Maria da Penha para mulheres do campo”, destaca a secretária.

Para a educadora do Sedup, Laurineide Laureano dos Santos, a expectativa é de que o seminário ofereça informações teóricas e práticas “sobre  como enfrentar as diferentes formas de  violências praticadas contra as mulheres, particularmente no âmbito doméstico, espaço considerado de domínio da mulher, mas que  em muitos casos  tem se transformado num lugar de  predominância  de  violação dos direitos humanos das mulheres, daí a importância de se intensificar a realização de eventos dessa natureza”, enfatiza.