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20 de agosto de 2012

Semana Cultural discute saúde e cidadania



O Centro de Atenção Psicossocial (Caps AD-III) do bairro da Torre, em João Pessoa, realiza, entre os dias 20 e 24 de agosto, a 1ª Semana Cultural. De acordo a programação, a abertura oficial do evento vai contar com a participação dos usuários, familiares e convidados. Logo em seguida, acontecerá uma atividade física com ginástica laboral e oficina de origami.

De acordo com a diretora do Caps, Marileide Martins, a programação tem continuidade no dia 21 com palestra às 9 horas sobre “Redução de Danos”, seguida de uma apresentação cultural do Consultório de Rua e um passeio até a Estação Cabo Branco. No dia 22, às 9 horas, acontecerá uma oficina artesanal, com palestra sobre o Cartão SUS e uma excursão ao Forte de Santa Catarina, em Cabedelo. “Serão cinco dias voltados para a problemática das drogas, como também de ações de cidadania”, destacou a diretora.

No dia 23, a programação começa às 14 horas com a apresentação do projeto Musical Fala Guri, formado por crianças em situação de risco social e que faz parte do Centro de Educação Produtiva, localizado no município de Mamanguape. Às 16 horas acontecerá a apresentação do Teatro CAPS-III Jovem Cidadão, que vai apresentar a peça “Os Nóis de Nós”, que enfoca a problemática da droga. A ação cultural vai contar com a participação do ex-superintendente da Emlur, Coriolano Coutinho, representando o Governo do Estado.

A programação da 1ª Semana Cultural do Caps-AD III, será encerrada com um dia voltado para a cidadania. A partir das 14 horas, uma equipe do Governo do Estado estará realizando a inscrição e fazendo a triagem dos usuários que poderão ingressar no mercado de trabalho e nos programas sociais do governo. Para esta ação, Marileide Martins, disse que está contando com a parceria de empresas privadas como também do Serviço Social da Indústria (Sesi), do Serviço Social do Comércio (Sesc)  e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Caps-AD III – O Centro atende pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, podendo também atender pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, tem hoje 380 pessoas em tratamento e atende a cerca 80 pessoas por dia.  O serviço é o único no Estado que tem médicos infectologistas, clínicos e psiquiatras atendendo 24 horas, inclusive aos sábados e domingos.  O centro também oferece atendimento em psicanálise e psicoterapia individual.