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Secretário de Cultura anuncia novo regente e a diretora da OSPB

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 - 16:17 - Fotos: 
Em reunião com músicos, estagiários e funcionários da Orquestra Sinfônica da Paraíba, o secretário de Cultura Chico César e a presidente da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc), Lú Maia, anunciaram os novos nomes que vão compor a OSPB. As escolhas já fazem parte do plano de mudanças que a Secretaria de Cultura (Secult) planeja por em prática já no início de gestão, no qual a Orquestra Sinfônica é peça de fundamental importância.

O novo regente titular da orquestra é o músico paraibano de carreira nacional, João Linhares. Durante muitos anos, esse cargo vinha sendo ocupado por maestros de outros estados, a exemplo do paulista Marcos Arakaki, que foi titular da Sinfônica por quase 4 anos.  Agora, a responsabilidade volta ao domínio de um paraibano, que conhece as necessidades e realidade de nossa música, da popular à erudita. Segundo o secretário, essa escolha já é parte de uma política de valorização dos artistas da terra, afinal, os músicos paraibanos são referencia no país, portanto, é justo que o regente titular seja um dos artistas com formação musical paraibana.

Na direção administrativa da sinfônica, outra mudança. O cargo passa às mãos de Erlaine Souza, que até então era diretora da Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa. Diferente dos últimos diretores que assumiram o cargo, Erlaine não é musicista, mas tem uma vasta experiência administrativa, ao passo que trabalha há muito tempo na orquestra. Em sua fala, a nova diretora destacou que os projetos para a OSPB serão cuidadosamente pensados em conjunto com a Secult.

Durante a reunião, questões como salários, concursos e condições de trabalho foram abordados pelos músicos. Chico César assegurou que o Estado tem total interesse em proporcionar as melhorias necessárias para que a Orquestra tenha um bom funcionamento e continue com a qualidade que possui, apesar das dificuldades que já passou. O secretário ressaltou a necessidade do empenho de cada um para o crescimento da orquestra num momento que é de união entre as duas partes, e ambos precisam trabalhar no mesmo foco.