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20 de julho de 2009

Secretaria notifica mais duas suspeitas de gripe A. Pacientes estão internados em Campina



No fim de semana que passou, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) notificou mais duas suspeitas de influenza A (H1N1) em pacientes com risco de complicações. Uma dona-de-casa carioca de 24 anos, que está visitando a família em Campina Grande, e um agricultor de 31 anos, morador de Bonito de Santa Fé, foram internados no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande. Com essas, desde o surgimento do novo vírus a SES notificou 23 casos suspeitos de gripe A, sendo cinco confirmados, 13 descartados e outros cinco ainda sob investigação.

A gerente de Resposta Rápida da SES, Diana Pinto, disse que a paciente do Rio de Janeiro chegou em Campina no último dia 15 e apresentou sintomas dois dias depois. “Ela ficou internada porque além da síndrome gripal, tem pneumonia. Já o agricultor chegou de São Paulo no dia 5, adoeceu no dia 12. Foi recomendado o isolamento domiciliar porque ele tem uma cardiopatia e é imunodeprimido. Os exames devem ser coletados nesta segunda-feira e encaminhados ao Instituto Evandro Chagas, no Pará”, disse.

Além desses dois casos, a SES aguarda o resultado dos exames nas amostras de secreção de mais três pacientes: uma enfermeira de 23 anos, que estava internada no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande, e teve alta hospitalar na sexta-feira (17); uma analista judiciária de 39 anos, moradora de João Pessoa, que passou pelo Hospital Universitário Lauro Wanderley, também na sexta-feira, que sofria de uma imunodepressão, e um pedreiro de 25 anos, morador do município de Tavares, que apresentou síndrome gripal e pneumonia e foi internado no HUAC.

Atendimento – Diana Pinto lembrou que as pessoas que tiverem sintomas de gripe (que é diferente de um resfriado) devem procurar uma unidade de saúde mais próxima para avaliação por um médico. Os casos em que a gripe seja fator de risco de complicações ou os notificados em pessoas com doença respiratória grave (DRAG) devem ser encaminhados aos HUs de Campina Grande ou João Pessoa.

São pacientes do grupo de risco crianças menores de 2 anos, idosos com mais de 60 anos, gestantes, imunodepressivos, hemoglobinopatas, diabéticos e pessoas com doenças cardíaca, pulmonar ou renal crônica. O paciente com doença respiratória aguda grave é aquele que apresenta febre, tosse ou dor na garganta, com dispnéia (dificuldade para respirar) ou quadro de pneumonia.
 

Assessoria de Imprensa da SES-PB