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21 de março de 2013

Saúde realiza oficina para elaborar Plano de Contenção de Casos Importados de Poliomielite



A Gerência Executiva de Vigilância em Saúde realizou, na tarde desta quinta-feira (21), na sede da Secretaria de Estado da Saúde (SES), uma oficina para validação do instrumento que oferece subsídios para o Plano Operacional de Contenção de Caso Importado de Poliomielite. “Com a proximidade de grandes eventos internacionais no nosso país, devemos estar preparados para eventual importação de caso e identificação imediata, para assim evitar o restabelecimento da transmissão do poliovírus, principalmente porque 95% dos casos de pólio são de forma inaparente, ou seja, sem comprometimento neurológico”, disse a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares.

A poliomielite é uma doença infecciosa e potencialmente fatal. Não existe cura, mas há vacina segura e eficaz. A estratégia para erradicá-la é baseada na prevenção, por meio da imunização de todas as crianças e no monitoramento de casos de Paralisia Flácida Aguda até parar sua transmissão. “O último caso de poliomielite no Brasil foi em 1989, no município de Sousa, aqui na Paraíba. Entretanto até hoje são importados caos de países endêmicos como Paquistão, Afeganistão e Nigéria”, disse Talita. Durante a reunião, várias gerências e núcleos da SES preencheram um questionário de avaliação a fim de descobrir se ele fornece subsídios para elaboração de um plano operacional de resposta rápida gente a possibilidade da importação de casos da doença.