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Reeducandos de João Pessoa e Campina Grande podem participar do Projovem Urbano

terça-feira, 20 de agosto de 2013 - 12:29 - Fotos: 

Um encontro, realizado nessa segunda-feira (19), discutiu as diretrizes técnico-pedagógicas para implementação do Projovem Urbano (PJU) edição 2013, nas unidades prisionais de João Pessoa e Campina Grande. Na Paraíba, estão sendo disponibilizadas 150 vagas, sendo 90 para João Pessoa e 60 para Campina Grande. O início das aulas está previsto para o dia 23 de setembro. A audiência contou com a participação do secretário de Estado Administração Penitenciária (Seap), Wallber Virgolino, e de uma equipe da Secretaria de Educação do Estado.

O secretário Wallber Virgolino destacou a importância da ação educativa desenvolvida pela Seap. “É com muita satisfação que iniciamos mais uma ação de ressocialização através da educação dentro do sistema prisional paraibano. Estamos convencidos que a educação tem poder transformador e é, sem dúvida, um dos instrumentos mais importantes para que as pessoas que hoje cumprem pena, possam voltar à sociedade”, observou.

Já estão sendo realizadas as pré-matrículas no Complexo Penitenciário do Serrotão, em Campina Grande, na Penitenciária de Recuperação Feminina Maria Júlia Maranhão, na Penitenciária Desembargador Sílvio Porto e na Penitenciária de Regime Especial Desenbargador Francisco Espínola, em João Pessoa. Estão aptos para realizar a inscrição, pessoas que estejam em cumprimento de pena privativa de liberdade, em regime fechado, com idade entre 18 a 29 anos, ser portador de RG e CPF, que saibam ler e escrever e não tenham concluído o ensino fundamental.

Saiba Mais – O Projovem Urbano tem o objetivo de atender jovens brasileiros que pretendem retomar a sua trajetória escolar, prosseguir os estudos formais e garantir a profissionalização. O programa adota uma proposta curricular inovadora com base em conceitos que combinam as dimensões do ensino fundamental, com a qualificação e a participação cidadã. Busca a formação integral do jovem com base na sua própria experiência de vida, vocacionando seu protagonismo para a apropriação de novos conhecimentos.