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27 de maio de 2013

Projeto de Música da Polícia Militar em Campina Grande recebe doação de flautas doces



doações flauta batalhão PORTAL1 270x202 - Projeto de Música da Polícia Militar em Campina Grande recebe doação de flautas docesO 2º Batalhão da Polícia Militar, em Campina Grande, recebeu nesta segunda-feira (27) do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Sitrans – CG) uma doação de 60 flautas doces para agregar ao projeto “Nota Musical Solidária”, que ensina crianças e adolescentes aulas de música e cidadania dentro da sede policial.

Com o objetivo de contribuir para o processo de formação de cidadania dessas crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social, a doação foi feita pessoalmente pelo diretor do Sitrans-CG, Anchieta Bernardino.

Alunos da rede municipal e estadual de ensino, principalmente dos bairros do Mutirão e Pedregal, são os integrantes do projeto, que recebem aula de música ministradas pelo tenente Paulo Wanderley, sargento Soares e o soldado Valdinez, os quais são músicos profissionais com formações de nível superior e integrantes da Banda de Música do 2º Batalhão de Polícia Militar.

O projeto “Nota Musical Solidária” está inserido na implantação da filosofia de Polícia Comunitária da região da Borborema. Além da garantia da segurança pública e do projeto de música nas unidades de Polícia Solidária dos conjuntos Mutirão e Pedregal, em Campina Grande, a Polícia Militar também desenvolve projetos sociais de prevenção às drogas, a patrulha escolar e o projeto “Bola Solidária”.

Para o comandante do 2º BPM, tenente-coronel Souza Neto, o ideal de Polícia Comunitária é de extrema importância para os policiais. “Como o próprio nome já diz, nosso objetivo maior é aproximar à comunidade da corporação, o que leva consequentemente aos resultados sem precedentes na segurança pública”, destacou o comandante.

Ele informou ainda que, além do resgate da cidadania, o projeto leva autoestima à comunidade, bem como oportuniza a “abertura dos caminhos da cidadania através da segurança pública, viabiliza-se a entrada de outros segmentos sociais, como infraestrutura, educação e saúde”.

O coronel Sobreira, comandante do Policiamento Regional I, também tem apoiado a implantação dessa filosofia de Polícia Comunitária na região, principalmente no que se refere ao treinamento de policiais militares, civis, agentes penitenciários, bombeiros, guardas municipais e pessoas da comunidade. “Para o segundo semestre haverá mais um curso completo de enfrentamento ao crack e de multiplicador de Polícia Comunitária”, informou o coronel.

Em Campina Grande, somente este ano, já foram formados 125 profissionais que receberam o título de promotores de Polícia Comunitária, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública.