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19 de novembro de 2012

Projeto ‘Acesso Cidadão’ treina voluntários para entretenimento no mar



O projeto “Acesso cidadão – ao lazer, esporte, arte e cultura” realizou  na manhã de sábado (17), na praia do Cabo Branco, o cadastramento e treinamento de voluntários para atuarem nas ações de entretenimento no mar. O projeto visa promover a inclusão social e o acesso simultâneo das pessoas portadoras de necessidades especiais e com mobilidade reduzida às atividades de esporte, cultura e lazer.

A atividade de sábado foi coordenada pela ONG AC Social, que levou para a praia cadeiras anfíbias, caiaques, pranchas e handbike, dentre outros. Os cadeirantes utilizaram os equipamentos e entraram no mar para demonstrar que a dificuldade de locomoção não é empecilho para o acesso ao esporte e lazer.

O Corpo de Bombeiros participou das atividades, capacitando os voluntários com instruções de primeiros socorros. A ação educativa contou também com  especialistas das áreas de fisioterapia e educação física, demonstrando como o projeto funcionará na prática. Dia 15 de dezembro marcará o início das atividades durante o Verão.

Ainda são objetivos do projeto  aprofundar as relações entre a instituição e a sociedade, capacitar e formar equipes de profissionais especializados no atendimento à pessoa com deficiência nas áreas de saúde, esporte e lazer adaptados; incentivar a participação e integração dos familiares de pessoas com deficiência; assegurar que pessoas com deficiência tenham acesso a locais de eventos esportivos, recreativos, turísticos e culturais; e conscientizar sobre a necessidade  de facilitar a vida da pessoa com deficiência.

O projeto prevê a criação de oficinas de surf adaptado, de arte e esculturas na areia, de vôlei sentado e recreativas, como peteca e spiribol, bem como serão promovidas palestras e atividades nas dependências da Fundação Casa de José Américo.

O projeto é fruto de uma parceria entre o Governo do Estado, por meio da  Fundação Casa de José Américo e apoio da Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad), prefeitura da capital e a ONG Assessoria e Consultoria pela Inclusão Social (AC Social).