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4 de maio de 2015

Profissionais da III Macro de Saúde recebem qualificação sobre Notificação de Violência



A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realiza, na manhã desta terça-feira (5), o evento Qualificação Profissional –  Notificação de Violência Interpessoal/ Autoprovocada. O evento é voltado para profissionais da Vigilância Epidemiológica que trabalham com a Notificação de Violência da III Macrorregião de Saúde (6ª, 7ª e 11ª GRS), que compreendem 48 municípios e nove Hospitais Estaduais (será qualificado um profissional por município e um por hospital). A qualificação será realizada das 8h às 12h30, no auditório da 6ª Gerência de Educação no município de Patos-PB.

A primeira edição da qualificação aconteceu no auditório da PBTur, no bairro de Tambaú, em João Pessoa. Cerca de 40 profissionais foram qualificados. Desta vez, a sede do evento será o município de Patos, no Sertão paraibano. “Convidamos todos os municípios da III Macrorregião de Saúde e mais nove hospitais estaduais da região. Incentivamos a participação de todos os profissionais para que eles se atualizem sobre a Notificação de Violência e, consequentemente, sejam multiplicadores das informações em suas unidades”, disse a chefe do Núcleo de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da SES, Gerlane Carvalho.

“Foram convidados também profissionais representando os Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas) e os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), conselhos tutelares e da Secretaria de Estado da Educação, que, segundo o Ministério da Saúde, poderão também realizar as referidas notificações, conforme pactuação local”, disse ela.

Gerlane acrescentou, ainda, que na Notificação de Violência foram inseridos cinco novos campos:  um para inclusão do nome social, orientação sexual (onde será informado se a vítima é heterossexual, homossexual ou bissexual); um para identidade de gênero (onde se informa se a vítima é travesti, mulher transexual ou homem transexual); um para idade estimada do provável autor da agressão e um para motivação da violência (se a agressão foi por homofobia/lesbofobia/transfobia, racismo, situação de rua, deficiência, entre outros).

“O preenchimento da Notificação de Violências é obrigatório pelos profissionais de saúde, onde o atendimento à vítima deverá ser humanizado, com o devido acolhimento, bem como o referido profissional deverá fazer os encaminhamentos necessários preconizados pelo Ministério da Saúde”, concluiu.