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8 de outubro de 2012

Produtores de mel de Baía da Traição recebem visita do Cooperar e Banco Mundial



Representantes de 23 famílias de sete aldeias indígenas que vivem no município de Baía da Traição, litoral norte do Estado, receberam, nesta segunda-feira (08), a visita de técnicos do Projeto Cooperar e de um coordenador do Banco Mundial. A visita teve como objetivo  avaliar o andamento dos projetos de extração de mel e como está  ocorrendo a  profissionalização do serviço que tem apoio do Governo da Paraíba, em parceria com o Banco.

“A visita foi muito proveitosa e serviu para que os produtores pudessem mostrar a construção da sede de extração de mel na aldeia São Miguel”, revelou o presidente do Cooperar, Roberto Vital. “A estrutura começou a ser construída há cerca de um mês e deve ser concluída até o fim de outubro”, explicou. A sede vai atender às 23 famílias indígenas.

“Vamos profissionalizar o trabalho, assim esperamos ter um produto de melhor qualidade e com uma comercialização diferenciada”, falou o presidente da associação, José Ronaldo Chaves. Segundo ele, já foram compradas máquinas centrífugas, de higienização, indumentária e outros equipamentos que vão auxiliar no trabalho. “Agora, é esperar a conclusão da sede de extração de mel”.

Para o representante do Banco Mundial, Alberto Costa, que trabalha para o departamento de desenvolvimento sustentável do grupo, a evolução das famílias de Baía da Traição é notória. “Estive aqui outras vezes, mas senti que os beneficiários ainda estavam ‘travados’. Hoje, percebi que eles estão mais soltos, mais animados e cheios de expectativa”, disse.

As visitas do Banco Mundial são rotineiras e fazem parte da estratégia de manutenção da parceria do Banco com o Governo do Estado.