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4 de dezembro de 2011

Procon realiza nova etapa de campanha e verifica adequação de comerciantes



O Procon Estadual realizou, nesta semana, mais uma etapa da campanha “De Olho na Prateleira”, que tem como objetivo levar os supermercados a cumprir regras que garantam a saúde e a segurança do consumidor. Na primeira etapa da campanha, realizada em setembro, supermercados foram visitados e notificados sobre alterações que deveriam ser realizadas. Nesta semana, estes mesmos estabelecimentos foram visitados novamente para verificar o cumprimento das exigências.

O resultado, segundo os fiscais que participaram da ação, foi satisfatório. “Podemos dizer que muitas mudanças aconteceram e que agora os consumidores podem se sentir mais seguros. Em todos os estabelecimentos que visitamos, as adequações necessárias foram realizadas”, avaliou o fiscal Sérgio Toledo, que desenvolveu a ação.

Nesta etapa da campanha, foram visitados supermercados dos municípios de Remígio, Alagoa Nova, Solânea, Bananeiras, Esperança e Areia. De acordo com Toledo, quando foi realizada a primeira etapa da campanha, verificou-se que muitos erros aconteciam e muitas vezes isto estava atrelado à falta de informação dos próprios comerciantes. “Primeiro, fizemos as orientações e concedemos prazos para a adequação. Agora, nas novas fiscalizações, vemos que as mudanças são significativas”, acrescentou o fiscal.

Entre os pontos observados pela equipe de Fiscalização do Procon-PB durante a campanha, estão o armazenamento dos alimentos, o prazo de validade, a venda de produtos fracionados e a disponibilização de informações nas embalagens.

Novas fiscalizações – Nas próximas semanas, também deverão ser fiscalizados supermercados no Sertão do Estado. Caso algum estabelecimento não tenha se adequado, deverão ser aplicados autos de infração, caso as irregularidades permaneçam. A data das fiscalizações não é revelada previamente, para não atrapalhar o andamento da campanha.

A escolha das cidades onde o trabalho está sendo desenvolvido aconteceu levando em consideração a população e a quantidade de reclamações relacionadas ao comércio de alimentos nestas localidades. Além disso, foi uma forma de descentralizar os serviços prestados pelo Procon, já que na maioria das cidades ainda não existe um Procon Municipal.