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Presidente da Emepa participa de reunião de Conselho em Brasília

terça-feira, 1 de março de 2011 - 18:33 - Fotos: 
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi um dos assuntos discutidos na reunião do Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa), realizado na sede da Embrapa, em Brasília, que reuniu representantes das 17 Organizações Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Oepas). Segundo o presidente da Empresa Paraibana de Pesquisa Agropecuária (Emepa), Manoel Duré, que participou da reunião, as Oepas tiveram aprovados na primeira etapa do PAC mais de R$ 243 milhões, divididos em três parcelas, para investimento em infraestrutura e revitalização de suas unidades. Duas parcelas já foram liberadas e a previsão é que a terceira seja disponibilizada neste ano.

A segunda etapa do PAC, prevista para os anos de 2011, 2012 e 2013, também foi assunto discutido pelos representantes das instituições estaduais de pesquisa que aguardam este investimento como um reforço para a agricultura brasileira. “A aprovação dos recursos do PAC é fundamental para o fortalecimento das Oepas, só assim vamos poder viabilizar as soluções tecnológicas para o agronegócio e a agricultura familiar”, declarou Manoel Duré.

Outro assunto apresentado durante a reunião em Brasília foi a publicação da Carta-Convite do Ministério da Ciência e Tecnologia, através da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), exclusiva para as Organizações Estaduais de Pesquisa. A publicação foi classificada pelos membros do Consepa como uma das grandes conquistas do Conselho, frente ao papel desempenhado pelas Oepas no fortalecimento da agricultura brasileira.

Outra discussão abordou os alimentos adaptados a mudanças ambientais. O Tratado Internacional sobre Recursos Fitogenéticos para a Alimentação e Agricultura, que teve início nos anos 70, é um acordo internacional que tem por objetivo apoiar a segurança alimentar mundial.

O acordo permite que os governos, agricultores e institutos de pesquisa trabalhem em cooperação, combinando seus recursos genéticos, compartilhando benefícios e disponibilizando gratuitamente para os pesquisadores os benefícios provenientes de sua utilização no fitomelhoramento ou na biotecnologia. Facilitando o acesso a esses cultivos, o acordo assegura aos agricultores a possibilidade de continuar mantendo a diversidade em seus campos.