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Presidente da Emater-PB participa da sanção da lei de assistência técnica e extensão rural

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 - 14:17 - Fotos: 

Dirigentes das Empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emateres) de todo o País participam na próxima segunda-feira (11), em Brasília, da solenidade da Sanção do Projeto de lei que institui a Política e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária. O ato será assinado pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva às 15h, no Centro Cultural Banco do Brasil. A Paraíba será representada pelo médico veterinário Hermano Araújo, presidente do órgão no Estado.

A nova lei geral de Assistência Técnica e Extensão Rural ( ATER) segundo Hermano Araújo, vai facilitar o repasse de recursos para a extensão rural pública. Atualmente, os repasses são feitos por meio de convênios, instrumentos burocráticos que não permitem que os recursos cheguem em tempo hábil para o agricultor.  “É um acontecimento de grande relevância para a história da extensão rural brasileira, o que garante um salto de qualidade no desenvolvimento de suas ações”, destacou o presidente.

Com a sanção da nova lei, além dos inúmeros benefícios para melhor desempenho das atividades de extensão rural, os recursos destinados às Emateres e demais entidades poderão ser investidos em  infraestrutura de  logística, salários e melhoria da qualidade de vida dos extensionistas, gerando benefícios para os mesmos.

Para o presidente da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer) José Silva, a nova lei de Ater proporcionará, dentre outros benefícios, a contenção do êxodo rural por intermédio da fixação do homem no campo. Segundo ele, o campo deixará de ser somente uma roça e passará a ser um espaço onde os agricultores, ao invés de produzir somente sua matéria prima, passarão a agregar valor à produção. Exemplificando, José Silva destacou que uma fábrica de processamento de frutas não precisa se instalar na cidade, podendo permanecer no campo, e, assim, gerar renda para os agricultores. À medida em que isso for acontecendo, o campo também terá a demanda por saúde, lazer e educação.
 

Da Assessoria de Imprensa da Emater-PB