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18 de fevereiro de 2012

Porto de Cabedelo é modelo de gestão ambiental



O Porto de Cabedelo conquistou um reconhecimento importante no que diz respeito à gestão ambiental nas suas operações. O porto aparece com destaque num ranking apresentado pela Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq), que posiciona Cabedelo no 8º lugar à frente de grandes portos no País.

O ranking é resultado de uma auditoria feita pelo órgão em 30 portos.  O cálculo é composto de quatro categorias de indicadores – econômico-operacional, sociológico-cultural, físico-químico e biológico-ecológico. O Índice de Qualidade da Gestão Ambiental em Portos Organizados (IQGAPO) avalia a responsabilidade ambiental, a gestão das operações portuárias, a saúde pública, o consumo de água, a qualidade do ar e o ruído, entre outros aspectos.

O Porto de Cabedelo aparece com 52,9 pontos, em oitava posição no País, à frente de portos como o de Suape (PE), que aparece com 43,4 pontos, e o de Santos (SP), que obteve índice 46,1 pontos. Na apresentação do índice em Brasília, estiveram presentes a técnica do Meio Ambiente do Porto de Cabedelo, Sandra Souza, e a gerente administrativa, Herleide Herculano.

O presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wilbur Holmes Jácome, atribui este resultado à política adotada pelo porto. “Podemos afirmar que Cabedelo é considerado modelo no que diz respeito à sua gestão ambiental”, afirmou. Ele lembra que, recentemente, o porto foi incluído num programa desenvolvido por pesquisadores do Rio de Janeiro que pretende dar uma solução para a gestão dos resíduos deixados pela operação portuária.

O diretor da Antaq, Pedro Brito, disse que a proposta é que o índice seja um parâmetro para as decisões de negócios portuários. “Portos como Amsterdã (Países Baixos) e Hamburgo (Alemanha) só estão entre os mais eficientes do mundo porque também levam em conta a questão ambiental”, afirmou.

Um questionário será aplicado a cada semestre para acompanhar o desempenho dos portos pela Antaq. Com isso, o governo federal espera monitorar as deficiências ambientais e tomar decisões que possam melhorar a questão ambiental portuária.