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Ponte do Boi Morto foi uma das obras da atual gestão que havia desabada no governo passado

terça-feira, 21 de dezembro de 2010 - 16:42 - Fotos: 
Com o encerramento da atual gestão do governador José Maranhão, o secretário de Estado da Infraestrutura Renato Gadelha, durante a divulgação do relatório das ações realizadas pela secretaria, ressaltou a importância de algumas obras estruturantes de grande porte que integraram os três convênios celebrados entre o Governo do Estado e o Ministério da Integração Nacional.

No convênio 273/2008 de 2,2 milhões com contrapartida do Governo do Estado o secretário ressaltou a reconstrução da Ponte do Boi Morto, no município de Aparecida, no Sertão Paraibano, a 424 quilômetros de João Pessoa. A ponte desabou com as enchentes em 2008 e começou a ser reconstruída pelo atual governo do estado nos primeiros meses deste ano, após serem resolvidas as pendências que existiam com a Defesa Civil Nacional.

Com a queda da Ponte do Boi Morto, as cidades de Aparecida, Santa Cruz e São Francisco ficaram praticamente isoladas e a situação só foi totalmente resolvida quando o governo de José Maranhão conseguiu recuperar o convênio com o Ministério da Integração Nacional. A ponte foi reconstruída e os custos no valor de 1,35 milhão foram do Tesouro Estadual em parceria com o Governo Federal.

A recuperação da Barragem Saco e a reconstrução das Barragens São Gonçalo (Venâncio) e Namorados, foram as obras de maior porte realizadas pela Secretaria de Estado da Infraestrutura que integram o convênio 0002/2008 de 15 milhões, firmado entre o Governo do Estado e o Ministério da Integração Nacional, destinados ao restabelecimento de áreas afetadas por desastres em 2008.

A Barragem Saco, está situada no município de Nova Olinda, no Vale do Piancó, e foi construída em 1983. No início da atual gestão de José Maranhão a Barragem apresentava fissuras devido à falta de manutenção, o que preocupou tanto a população circunvizinha quanto o governo do estado que, imediatamente, inseriu sua restauração no plano de trabalho desenvolvido.

A recuperação da Barragem Saco custou 1,6 milhão provenientes do Governo Federal, através dos convênios firmados com o Governo do Estado. Hoje, após sua conclusão, a população de forma tranqüila, sem se preocupar com possíveis enchentes e riscos de desabamentos, pode aproveitar os 97,4 milhões de metros cúbicos d’água que ela tem capacidade de armazenar.

A Barragem São Gonçalo está localizada em Venâncio, no município de Cubatí, a 216 km da capital paraibana e tem capacidade de armazenamento de água de 1,3 milhão de metros cúbicos. Durante o governo anterior ao de José Maranhão, as chuvas provocaram alguns rompimentos deixando centenas de pessoas da população ribeirinha desalojadas. Algumas delas foram até deslocadas para comunidades vizinhas.

A reconstrução da Barragem São Gonçalo (Venâncio) foi mais uma grande obra custeada por recursos do Governo Federal pleiteados pelo Governo do Estado através dos convênios firmados entre eles. Os recursos investidos foram um pouco maiores a 1,2 milhão, hoje, a situação da população que vive nas proximidades do açude São Gonçalo está controlada com a obra concluída.

Por fim, o secretário da infraestrutura Renato Gadelha, citou o Açude Namorados, em São João do Cariri, que foi construído na década de 30 e é o principal manancial da região cuja capacidade de armazenamento d’ água se aproxima a 2 milhões de metros cúbicos e compreende 140km² de área, beneficiando uma população de mais de 4mil habitantes.    

A obra do Açude Namorados também teve recurso do convênio 0002/2008 de 15 milhões entre o Governo do Estado e o Ministério da Integração Nacional, foi executada no atual governo e custou pouco mais de 2 milhões de reais. Ao iniciar a gestão, o governo atual se deparou com a recuperação das rupturas da Barragem paralisadas e sua reserva d’água reduzida à zero. Hoje, Açude Namorados está na relação de mais uma obra concluída pelo atual governo do estado, entregue a população.

Marcela Gabínio, da Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Infraestrutura – SEIE