Fale Conosco

12 de maio de 2009

Plano de ação vai diminuir número de homicídios



Um plano estadual de segurança pública com o objetivo de inibir os índices de criminalidade está sendo elaborado de forma inédita, com a participação da sociedade. Paralelo a isso, cada instituição dentro das suas atribuições está promovendo operações e identificando as causas dos crimes a fim de agir de forma precisa contra a ação dos bandidos.

O plano de segurança visa retirar a Paraíba do caos social em que estava mergulhada, tornando a polícia responsável por todas as mazelas, disse o secretário de Segurança, Gustavo Gominho, que tem o compromisso de criar formas de envolver todas as estruturas de segurança e apontar uma saída para diminuir a criminalidade.

O comandante geral da Polícia Militar da Paraíba, Coronel Jácome Carvalho, convoca para essa quinta-feira (14), às 8 horas, reunião com todos os comandantes de Batalhões e Companhias para juntos elaborar um plano preventivo de combate à criminalidade.

O comandante afirma que a maioria dos crimes de homicídios tem relação com o tráfico de drogas. Por isso a Operação Manzuá em sua reformulação vai receber maior reforço no sentido de impedir a ação de traficantes.

Outras operações com barreiras policiais serão montadas nas divisas da Paraíba com os Estados de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte, para evitar o tráfico de drogas, de armas de fogo, e roubo de
veículo e de cargas.

Todo o aparato policial existente na Corporação será empregado nos pontos mais críticos na grande João Pessoa. O serviço de Inteligência também será utilizado com maior freqüência em todos os bairros da Capital, para que sejam feitos levantamentos dos pontos de vendas e das pessoas envolvidas no tráfico de drogas.
O que define a criminalidade são os crimes contra a vida.

Por isso, os índices registrados na Paraíba devem cair em curto prazo, se a sociedade que está sendo convocada para discutir o problema e buscar soluções em conjunto com os segmentos de segurança que envolvem as Polícias Civil, Militar, Bombeiros, Detran, nas audiências públicas, hajam urgentemente nas causas.

A observação é do diretor geral de Polícia Civil, Canrombert Rodrigues, ao explicar o registro de oito homicídios no final de semana. Ele lembra, ainda, que a Polícia Civil, na função judiciária só entra na ação após o delito, juntamente com o Ministério Público e a Justiça, além da própria sociedade através do Tribunal do
Júri.

Ele destaca que além de combate às causas um fato não pode ser omitido: os programas de prevenção da PM, da Civil em conjunto com as instituições federais: PF e PRF. As operações policiais têm retirado muitos componentes que provocam crimes de circulação, a exemplo de armas e drogas.

Já se sabe que os motivos são envolvimento com droga, briga pela divisão de produtos e dinheiros furtados e disputa por pontos de vendas de drogas.