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20 de dezembro de 2013

Pesquisa constata satisfação da maioria dos pacientes com o atendimento no Hospital de Trauma



Quase 90% dos pacientes que dão entrada no Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena estão satisfeitos com o serviço prestado pela unidade, de acordo com pesquisas realizadas pela Ouvidoria da unidade nos últimos dois anos. No ano passado, a menor média registrada foi no mês de maio, quando 83% dos usuários expressaram sua satisfação com o serviço prestado pelo Trauma, enquanto que este ano, nos meses de fevereiro, março e abril, a menor taxa computada foi de 85% de beneficiários satisfeitos.

As pesquisas são um instrumento de gestão da Cruz Vermelha Brasileira e Governo do Estado no Hospital de Trauma, que visa conhecer como os usuários avaliam os serviços oferecidos pela unidade hospitalar à população paraibana. “As ações e serviços com altas taxas de satisfação são referência a serem adotados por outros setores e as insatisfações são pontos que devem ser corrigidos para tornar eficiente a política de saúde adotada pela instituição em prol dos beneficiários”, disse a ouvidora do hospital, Maria Gorete de Rezende.

Segundo ela, estes resultados são obtidos de forma espontânea. Os entrevistados preenchem um formulário (auto preenchimento) com 22 itens e depositam nas urnas disponibilizadas em todo o hospital, como também através da aplicação deste mesmo instrumento de pesquisa pelos funcionários que abordam diretamente os entrevistados. “Os dados obtidos são condensados e transformados trimestralmente em relatório, disponibilizado à direção do hospital e às coordenações dos setores avaliados”, destacou.

O vigilante Marlon Murilo Cota Medeiros faz parte das estatísticas dos usuários satisfeitos com o atendimento no Hospital de Trauma. Após um acidente em novembro deste ano, quando foi atropelado em cima da calçada por um veículo desgovernado no centro de Itabaiana, precisou permanecer na unidade por quase 40 dias, onde foi submetido a quatro cirurgias, sendo três na perna direita e uma na clavícula esquerda.

Ele narrou que ficou assustado ao se deparar com a cena do acidente. “Pensei que ia morrer, perder a minha perna. O socorro foi rápido e o pessoal daqui do Trauma me tratou muito bem. Encontrei muita gente boa. As únicas lembranças ruins que guardo do hospital foram duas noites de dor pós cirurgias, aliviadas com o bom atendimento e rápido restabelecimento da minha saúde. O atendimento foi nota dez. Nem na rede particular teria o atendimento que tive no Hospital de Trauma em João Pessoa”.