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16 de julho de 2013

PBTur se reúne com operadoras de turismo para implementar vendas do ‘Destino Paraíba’



Os diretores das principais operadoras de turismo instaladas na cidade de São Paulo serão visitados, a partir desta quarta-feira (17), pela presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino. Em pauta, a discussão sobre o lançamento de um programa de incentivo de vendas do ‘Destino Paraíba’, junto aos agentes de viagens, e a melhoria da malha aérea para a região Nordeste. O roteiro de visitas e reuniões termina na sexta-feira (19).

Estão agendadas reuniões nas sedes da CVC, Visual, Nascimento, TAM Viagens, Trend, Flytour, Azul Viagens e com o diretor da BCR Brazilians Cruises, Nilton Sanches. Com este último, serão definidos os detalhes para o atracamento do transatlântico Orient Queen, no porto de Cabedelo, previsto para acontecer em meados de dezembro deste ano.

A presidente da PBTur explicou que os agentes de viagens são os profissionais encarregados de comercializar os pacotes turísticos junto ao público final. Com o programa de incentivo de vendas estimulados pelas operadoras, juntamente com a PBTur, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis da Paraíba (ABIH-PB) e Fecomércio-PB, a expectativa é que haja um implemento na comercialização de pacotes para o período de alta estação.

Sabemos que esse contato com as operadoras tem que ser contínuo, mesmo com os números do fluxo de turistas para a Paraíba se mostrando ascendente. Com esses pacotes de vendas e o estímulo aos agentes de viagens, esperamos massificar nossos atrativos turísticos junto ao público final”, disse.

Malha aérea – Desde o final do ano passado, as principais companhias aéreas nacionais vêm reduzindo o número de voos para a região Nordeste. No caso da Paraíba, somente a TAM suspendeu dois voos diários. De acordo com a Infraero, outras companhias estão discutindo se fazem o mesmo.

Esse é um problema enfrentado por todas as capitais nordestinas e as operadoras podem se tornar parceiras importantes na tentativa de reverter esta situação. Afinal de contas são elas que mantêm a movimentação de passageiros nas baixas estações”, explicou.