João Pessoa
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Parentes e amigos do desembargador lotam a Igreja de N. S. de Fátima, no Bairro de Miramar

quarta-feira, 30 de setembro de 2009 - 17:58 - Fotos: 

Ainda consternados com a morte do desembargador aposentado Geraldo Ferreira Leite, familiares e amigos participaram de missa de 7° dia em sua memória na Igreja de Nossa Senhora de Fátima, no Bairro de Miramar, em João Pessoa, oficiada pelo padre José Carlos e concelebrada pelos monsenhores Edinaldo Araújo e Nilson Nunes.

Presentes à cerimônia religiosa, o governador José Maranhão e sua esposa Fátima Bezerra Cavalcanti, vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado. O chefe do Executivo observou que com a morte do magistrado, que era seu cunhado, “a Paraíba perdeu um dos maiores conhecedores do Direito Constitucional e Civil”. A esposa do desembargador Carmésia Maranhão Leite, os três filhos e os netos, mais a deputada estadual Olenka Maranhão e o ex-deputado federal Benjamim Maranhão, também se fizeram presentes.

O desembargador aposentado Geraldo Leite morreu de enfarte fulminante na manhã de quarta-feira (23), em sua residência, na Praia de Cabo Branco. A homilia foi pronunciada pelo monsenhor Edinaldo, com palavras de conforto à família. “Diante do mistério da morte somente se encontra resposta na palavra de Jesus”, disse o religioso.

O magistrado – Antes de se tornar desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), que presidiu no biênio de 1975/76, Geraldo Leite também assumiu a presidência do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), foi juiz nas comarcas de Araruna, Cajazeiras, Esperança, Picuí, Campina Grande e depois em João Pessoa. No Governo Maranhão I, ele foi procurador geral do Estado.

Também exerceu a função de presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba de 1973 a 1976, e foi condecorado com a ‘Ordem do Mérito Judiciário’ por ocasião dos 116 anos de fundação do Tribunal de Justiça da Paraíba, em outubro de 2007.  Diversos desembargadores contemporâneos seus participaram da missa. A cantora lírica Ana Gouveia cantou louvores durante o ato religioso.

José Nunes, com fotos de Ernane Gomes, da Secom-PB