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6 de julho de 2012

Segundo maior contrato do país será assinado em Campina



Famílias com renda de zero a três salários mínimos de Campina Grande terão a chance de realizar o sonho da casa própria em um investimento habitacional específico do Programa Minha Casa Minha Vida. Com 1.948 casas populares, o segundo maior projeto do programa no País será assinado nesta sexta-feira (6) pelo ministro Aguinaldo Ribeiro (Cidades), o governador Ricardo Coutinho, a presidente da Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap), Emília Correia Lima, e representante do Banco do Brasil.

A solenidade ocorrerá, às 15h, no Museu Assis Chateaubriand, no bairro do Catolé, em Campina Grande.

O novo conjunto habitacional vai ser construído nos bairros Três Irmãs e no das Cidades, nos loteamentos Raimundo Suassuna e Acácio Figueiredo. As unidades terão área de 36,87 m² (casa normal) e 41.02 m² (casas para portadores de necessidades especiais), com sala, cozinha, dois quartos e banheiro adaptado.

As residências terão toda infraestrutura básica, como esgotamento sanitário, abastecimento de água, pavimentação, eletrificação, adutora, reservatório elevado, duas escolas e dois centros de saúde. A obra está orçada em R$ R$ 94 671 702,40.

Investimento - De acordo com o gerente de Negócios Imobiliários do Banco do Brasil na Paraíba, Jaynilson Custódio Rodrigo, o convênio vai representar o primeiro maior investimento do Nordeste dentro do Programa Minha Casa Minha Vida financiado pelo banco.

“É de grande relevância a parceria com a Cehap, pois teremos a certeza do êxito na condução e conclusão do processo que representa o segundo maior do Brasil e o primeiro do Nordeste em números de unidades habitacionais”, avalia Jaynilson.

Há cerca de dez anos, o município de Campina Grande não recebia um empreendimento habitacional de grande porte. Atualmente, a Cehap está concluindo três empreendimentos de pequenas proporções que estavam em andamento desde 2004.

“Isso demonstra o reconhecimento que o Governo do Estado tem, que a Cehap tem, da importância e da necessidade de Campina Grande ter um investimento grande na construção de moradias para enfrentar o déficit habitacional. Campina é uma cidade que precisa de trabalho e nós estamos respondendo às reivindicações da população campinense”, ressalta a presidente da Cehap, Emília Correia Lima.