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4 de abril de 2014

Paraíba mantém redução de homicídios no 1º trimestre de 2014



reuniao monitorameto foto francisco frança 2 1 270x202 - Paraíba mantém redução de homicídios no 1º trimestre de 2014As ações das forças de Segurança Pública da Paraíba conseguiram reduzir o número de assassinatos registrados no Estado durante os três primeiros meses de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 349 casos contra 417, em 2013, o que representa uma queda de 16,7% nesse tipo de ocorrência. Em 2012, o número dos chamados Crimes Violentos Letais Intencionais – homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte – foi 446, o que denota uma diminuição ano a ano de casos nos meses de janeiro, fevereiro e março.

Os dados são do Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Seds) e foram apresentados ao governador Ricardo Coutinho, nessa quinta-feira (3), durante reunião mensal de monitoramento, no Palácio da Redenção, com a presença do secretário titular da pasta, Cláudio Lima, gestores das Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, além de representantes do Ministério Público e Judiciário.

Os números seguem a tendência de diminuição de assassinatos verificada desde 2012, quando por meio do Programa reuniao monitorameto foto francisco frança 1 1 270x202 - Paraíba mantém redução de homicídios no 1º trimestre de 2014‘Paraíba Unida pela Paz’, os órgãos de Segurança Pública reduziram pela primeira vez, em dez anos, os homicídios no Estado (- 8,21%). Em 2013, também foram verificados menos homicídios.

O governador Ricardo Coutinho, que participa da reunião de monitoramento mensalmente com os gestores da Segurança, lembrou a importância de uma maior atenção ao mês de abril, período em que acontece o feriado prolongado da Semana Santa. “Em 2013, tivemos um número maior de assassinatos nesse período. Assim, é preciso ver o impacto da data nas ocorrências, operacionalizar melhor e ter um esquema especial nas médias e grandes cidades”, alertou. Ricardo ainda cobrou ações em cidades específicas que verificaram maior incidência de CVLI.

Outro dado relevante é que no 1º trimestre deste ano, foram contabilizados menos CVLI de mulheres do que no mesmo período de 2013. São 22 contra 39 casos, o que representa uma queda de 43%. Os casos se concentraram em 12 cidades do Estado.

reuniao monitorameto foto francisco frança 3 1 270x202 - Paraíba mantém redução de homicídios no 1º trimestre de 2014Para o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, os números representam a dedicação e comprometimento dos órgãos operativos que integram as forças de Segurança da Paraíba. “Esses números demonstram que estamos no caminho certo, com ações de repressão qualificada e focadas em resultados, que nos dão a possibilidade de planejar e avaliar nosso trabalho semanalmente e, uma vez por mês, com a presença do chefe do Executivo. Encaramos a Segurança Pública como um sistema, que envolve não só as polícias, mas também Ministério Público, Judiciário e Defensoria Pública. Vamos continuar agindo para reduzir o número de homicídios cada vez mais”, ressaltou o secretário.

Apreensão de drogas e armas – Desde o início desta gestão, 8.507 armas de fogo foram apreendidas pelas polícias. Nos três primeiros meses deste ano, 812 armas foram retiradas de circulação, um aumento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado (637). A média é de sete armas, por dia, apreendidas na Paraíba.

Em relação às drogas, também houve aumento nas apreensões. Nos meses de janeiro,

reuniao monitorameto foto francisco frança 4 1 270x202 - Paraíba mantém redução de homicídios no 1º trimestre de 2014

fevereiro e março, foram 395,9 quilos de drogas pegos pelas polícias, com um aumento de 168% em relação aos três primeiros meses de 2013. A droga mais apreendida foi a maconha (379,5 quilos), seguida por crack (13,9 quilos), e cocaína (2,52 quilos).

Em três anos e três meses de gestão, 4,9 toneladas de entorpecentes já foram apreendidas em solo paraibano, totalizando uma média de 4,1 quilos de drogas retiradas de circulação por dia.