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11 de novembro de 2014

Paraíba é o 3º estado do NE que mais reduziu taxa de homicídios



A Paraíba é o terceiro Estado do Nordeste que mais reduziu a taxa de homicídios entre os anos de 2012 e 2013. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (11) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em São Paulo. O estudo aponta uma queda nos crimes de latrocínio, que registraram redução de 11%, e mostra que o Estado possui a menor taxa de roubo de furto de veículos do país. A 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelou que a Paraíba se configura entre os Estados que apresentam alta qualidade nos dados enviados ao Sistema Nacional de Estatística de Segurança Pública e Justiça Criminal.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública deu destaque aos investimentos realizados pelo Governo da Paraíba na área de inteligência policial, que apresentaram aumento significativo de 67%, cujo índice supera a média nacional, que foi de 27,20%. Os investimentos foram na ordem de R$ 679 milhões. Já em Defesa Civil, no ano de 2013, foram investidos recursos na ordem de R$ 12,4 milhões, um aumento de 256% em relação ao ano de 2012, sendo este o maior percentual do Nordeste e o segundo melhor do país.

Para o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, os números ratificam o critério rigoroso do Programa Paraíba Unida Pela Paz no tocante à metodologia dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI). “A colocação da Paraíba no grupo dos Estados que apresentaram maior qualidade dos dados referenda o trabalho desenvolvido e implantando desde 2011 pelo Governo do Estado, que repensou trabalhar a Segurança Pública de forma estratégica. O Programa Paraíba Unida Pela Paz consiste em pensar a Segurança como política pública, que vai desde a integração das polícias até a capacitação dos operadores de segurança, divisão de áreas integradas, além de investimentos em inteligência e investigação policial”, explicou o secretário.

A publicação, realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, tem como objetivos monitorar os registros criminais e policiais, avaliar os trabalhos desenvolvidos pelos órgãos operativos de segurança pública dos Estados e o desempenho das polícias.