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20 de novembro de 2015

Paraíba conquista terceiro lugar nacional com trabalho sobre dados de câncer



A Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) participou da 19ª Reunião da Associação Brasileira de Registro de Câncer, de 26 a 30 de outubro, em Fortaleza (CE). Na ocasião, a supervisora de ações clínicas e análises epidemiológicas da SES-PB, Josefa Ângela Pontes de Aquino, apresentou a pesquisa intitulada “Câncer em João Pessoa: Distribuição dos Principais Tipos de Câncer, por sexo e Distritos Sanitários, no período de 1999 a 2007”. Entre os 32 trabalhos apresentados, estudo da SES-PB recebeu a terceira colocação do prêmio Paulo Recena Grassi, escolhida pela comissão científica do evento.

O objetivo principal da reunião foi estimular a reciclagem de conhecimentos, a troca de ideias, a discussão do papel dos registros de câncer e a busca de soluções para questões relevantes sobre o assunto. “Foi muito gratificante saber que nosso trabalho foi reconhecido com abrangência nacional. O estudo foi desenvolvido durante três meses e a premiação veio como retorno de tanta dedicação”, disse Josefa Ângela.

O Registro de Câncer permite conhecer o perfil da doença em cada território. “Na Paraíba, por exemplo, através dos estudos levantamento e análise dos dados, é possível desenvolver estratégias de abordagens preventivas, de detecção precoce e de políticas públicas que envolvam o tema com maior propriedade em face das informações colhidas”, explicou a supervisora de ações clínicas e análises epidemiológicas da SES-PB.

Além da premiação, Josefa Ângela foi eleita para o cargo do Conselho Técnico Científico da Associação Brasileira de Registro de Câncer no biênio 2016 a 2017. A eleição foi coordenada por uma comissão eleitoral formada por três associados efetivos designados pela Diretoria e os eleitos seguem com mandato de dois anos. “Nossa função é analisar os artigos com base técnica e científica de instituições de todo o Brasil. Esses trabalhos são enviados e a equipe gerencia as publicações que devem ser publicadas no site do Instituto Nacional do Câncer (INCA)”, disse Ângela.