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Obras no Estado geram milhares de empregos e também fazem circular renda

terça-feira, 22 de setembro de 2009 - 12:21 - Fotos: 
O Governo do Estado desenvolve um projeto que vai permitir que a Paraíba se torne exportadora de pescado, especialmente o pescado de água doce. De acordo com o governador José Maranhão, a força de trabalho envolverá mais de 12 mil piscicultores.

Os Estados vizinhos já desenvolvem com muito sucesso esse tipo de empreendimento e a Paraíba necessita produzir e exportar peixes através do Polo Industrial de Pescado de Água Doce. Maranhão avaliou que este grande projeto em parceria com empresários vai trazer muito emprego, muita renda e alimentação saudável para a população do nosso Estado.

Já na produção da cana-de-açucar, o Estado, em parceria com o governo federal, participará do Zoneamento Agroecológico Nacional da Cana-de-açúcar. O ZaeCana  foi lançado semana passada em Brasília, pelo presidente Lula e vai orientar a expansão do cultivo da cana para a produção de etanol e açúcar.

O Projeto de Lei, está sendo encaminhado pelo presidente Lula ao Congresso Nacional, com o objetivo de apontar as áreas em que a produção da cana pode ser expandida até 2017. Pelos cálculos do governo, cerca de 8 milhões de hectares do território brasileiro são usados para plantar cana, pouco menos de 1% do total da área plantada no país.

O governo federal acredita que haverá um aumento expressivo do mercado externo para os biocombustíveis nos próximos anos. Por isso deseja dobrar a produção de cana-de-açúcar e, para tanto, realizará um zoneamento agroecológico que permite a ampliação da área plantada, cuja previsão de crescimento é de até 7 milhões de hectares nos próximos oito anos. Segundo o Governo, o novo zoneamento só vale para as futuras áreas de expansão do plantio. Ou seja, áreas já cultivadas na região do bioma Amazônia e do Pantanal não serão bloqueadas.

No programa de rádio Palavra do Governador, José Maranhão observou que o zoneamento vai permitir a Paraíba acrescentar uma área de 90 mil hectares ao potencial já existente, que hoje é de 102 mil hectares que são cultivados com a cana-de-açúcar e dentro de uma tecnologia moderna.

Josélio Carneiro, da Secom