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O inquérito revelou que psicólogo Eduardo Henrique Paredes do Amaral praticou o crime de homicídio

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010 - 15:20 - Fotos: 

O delegado do GOE, Wagner Dorta, concluiu as investigações que apuram a morte da defensora pública geral, Fátima de Lourdes Lopes Correia Lima, durante uma colisão de veículos na Avenida Epitácio Pessoa, na Capital, no último dia 24. O delegado concluiu que o psicólogo Eduardo Henrique Paredes do Amaral praticou o crime de homicídio doloso, que teve como vítima a defensora Fátima Lopes, e tentativa de homicídio, em relação ao esposo dela, Carlos Martinho de Vasconcelos Correia Lima, que sofreu lesões múltiplas.

“Diante dos elementos de provas, constatamos que Eduardo ultrapassou vários sinais vermelhos da Epitácio Pessoa, ingeriu bastante bebida alcoólica e agiu com indiferença aos apelos dos passageiros que vinham com ele na caminhoneta, no sentido de dirigir com velocidade compatível com a via, ou seja, dirigir com cautela. Por conta disso, o investigado assumiu o risco de matar uma pessoa no trânsito”, disse Dorta.

O delegado Wagner Dorta informou que o inquérito foi remetido ao Judiciário e que o Ministério Público deverá tomar as providências cabíveis. “Após o recebimento do caderno de investigação, o MP deverá oferecer denúncia em desfavor do investigado, e este responderá a processo criminal que poderá culminar com sua condenação no Tribunal do Júri, a uma pena que varia de 6 a 20 anos de reclusão”, ressaltou o delegado.

Sérgio Veloso, da Assessoria de Imprensa da Segurança e da Defesa Social