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Novos membros destacam o perfil eclético do órgão de apoio ao Governo do Estado

quinta-feira, 29 de abril de 2010 - 15:01 - Fotos: 
Mais de 50% dos membros do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social – CDES/PB, representam a sociedade civil e a comunidade acadêmica.  Juntamente com os integrantes dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo eles participaram da primeira reunião do CDES/PB nesta quinta-feira (29) no Palácio da Redenção. O encontro foi aberto pelo governador José Maranhão, presidente do conselho.

Os conselheiros acreditam que o órgão vai ser de fundamental importância no processo de desenvolvimento econômico e social da Paraíba. O presidente da Federação da Agricultura do Estado da Paraíba, Mário Borba, avalia que o conselho traz novas perspectivas para que idéias novas possam contribuir com um projeto não de governo, mas um grande projeto para o Estado da Paraíba para que os próximos governadores dêem prosseguimento às metas estabelecias. “A Paraíba está precisando de uma continuidade daquilo que feito”, declarou, acrescentando que o conselho tem a grande responsabilidade de mudar os destinos da Paraíba e os destinos da agropecuária do nosso Estado”. Na próxima reunião a FAEPA já apresentará suas propostas.

O presidente em exercício da Assembléia Legislativa do Estado, deputado Ricardo Marcelo, afirmou que a criação do conselho é de fundamental importância para o desenvolvimento da Paraíba e o Poder Legislativo, que emana do povo, não vai se furtar em dar total apoio para que o conselho venha a funcionar de maneira satisfatória e que a Paraíba possa sentir que o CDES veio para desenvolver, para criar novas oportunidades para o Estado. “Nós temos que ser parte integrante e de apoio total ao conselho”, afirmou.

 
O presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba – Famup, prefeito de Picuí, Rubens Germano, é um dos conselheiros e de forma regionalizada apresentará propostas ao conselho. “Aqui está a massa intelectual da Paraíba pensante, as universidades, as entidades e o Executivo inteiro. Acho que nós temos que entender que um conselho desse porte tem grande importância para a Paraíba, para o Governo, ente federado, não é política de A ou B, é política para os paraibanos”, destacou.

A reitora da Universidade Estadual da Paraíba, Marlene Alves, revelou que a UEPB contribuirá sim com as áreas temáticas e ressaltou que  a educação é um viés de desenvolvimento humano e sobretudo econômico. “Vamos sugerir, aprofundar o debate na área educacional com a presença mais forte do Estado na educação”.

O reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paráiba – IFPB, João Batista de Oliveira, observa que a educação é um dos fatores de desenvolvimento humano e social e dentro da educação profissional e tecnológica que o instituto vem contribuíndo há 100 anos com o crescimento da Paraíba, ele, como conselheiro, apresentará propostas.

O presidente da Federação do Comércio da Paraíba, Marcone Medeiros, avalia que o CDES/PB é muito positivo por ter ser um conselho muito eclético que tem possibilidade de produzir muitas idéias e soluções de interesse do Estado da Paraíba. “O Governo foi muito feliz ao criar esse conselho e espero que todos nós, membros do conselho, possamos colaborar ainda mais com Governo e com o Estado”, declarou.

O assessor econômico da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba – Fiep – Arlindo Almeida, afirmou que o presidente Francisco Buega Gadelha tem preocupação constante com o desenvolvimento da Paraíba e no ano passado a Federação publicou importante estudo sobre as potencialidades da economia da Paraíba.

O ‘Mapa de Oportunidades do Estado da Paraíba – Áreas Potenciais de Investimento, tem 360 páginas mostrando um raio-X do Estado, analisando os 223 municípios e será uma das fontes de consulta dos conselheiros. O mapa é um dos trabalhos mais completos e está sendo enviado a universidades, a empresários e instituições diversas, uma excelente contribuição da Fiep à Paraíba e aos brasileiros que desejem investir aqui. É uma base para que os governos, as universidade e os investidores empreendam projetos focados nos potenciais que cada região apresenta.
    

Josélio Carneiro, com fotos de Walter Rafael, da Secom-PB