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22 de agosto de 2011

Novo boletim da dengue mostra que a doença continua em declínio no Estado



A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou mais um boletim referente ao comportamento da dengue na Paraíba. O documento mostra que a doença continua em declínio no Estado, graças às ações de vigilância que vêm sendo realizadas pelo Governo, em parceria com todos os municípios paraibanos.

De acordo com a gerente Executiva de Vigilância em Saúde da SES, Júlia Vaz, na semana epidemiológica de número 32, que corresponde ao período de 7 a 13 de agosto, o número de notificações recebidas pelo Sistema de Informação de Notificação de Agravos (Sinan) foi de 50 casos suspeitos – incluídos dentro do montante que está em investigação.

Ela disse ainda que os 239 casos de dengue clássica identificados a mais na semana 32, em relação à semana 31, foram notificados em outras semanas e tiveram o processo de investigação encerrado na semana atual.  “Na semana 32 não ocorreu casos de febre hemorrágica da dengue, entretanto, foram confirmados três novos casos com complicações”, avaliou.

Outra situação importante registrada na semana 32, segundo ela, foi a ocorrência de mais dois óbitos por dengue. “No momento, estamos com quatro óbitos confirmados, dois deles em João Pessoa, um em Campina Grande e um em Guarabira. Mas estamos fazendo uma busca retrospectiva para identificar, por meio do protocolo novo de investigação, outros casos que possam ser encerrados como óbito por dengue”, disse. Ela informou também que os casos de óbitos confirmados já vinham sendo investigados pela equipe.

Novos dados – Até o dia 13 de agosto foram registrados 12.026 casos. Desse total, 6.482 foram de dengue clássica (DCC); 103 de dengue com complicações; 90 de febre hemorrágica da dengue (FHD); quatro óbitos; 2.763 casos descartados e 2.534 casos em investigação.
Mesmo a dengue estando sob controle no Estado, Júlia Vaz, explicou que o Governo do Estado está realizando ações nos 223 municípios paraibanos, por meio de visitas técnicas às 12 gerências regionais de saúde, e oferecendo capacitações e oficinas de orientação sobre a doença.

Algumas medidas simples devem ser adotadas pela população, como tampar as caixas d’água, guardar os pneus em local coberto e seco, não deixar que as garrafas acumulem água, observar sempre as calhas, para ver se existe água acumulada, e colocar areia nos pratos das plantas.