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1 de junho de 2009

Maranhão garante apoio do Governo à Campanha Liquida João Pessoa



O governador José Maranhão participou na manhã desta segunda-feira (1º) do lançamento da 5ª versão da Campanha Liquida João Pessoa, durante café da manhã com dirigentes lojistas no restaurante ‘Mangai’, na praia de Manaíra, e destacou a importância da iniciativa para aquecer as vendas no comércio da Paraíba neste período do ano.

“Acreditamos nesta campanha que, nas vezes anteriores, já mostrou sua eficiência e poderá repetir agora seus efeitos”, observou o governador. Garantiu que o Governo do Estado vai participar de todas as maneiras da iniciativa para o sucesso da campanha.

Campanha igual já foi lançada na cidade de Campina Grande, mas ainda não tem data para sua realização, informou o presidente da CDL, Jurandir Guedes de Vasconcelos. O dirigente lojista ressaltou o apoio que está recebendo do Governo do Estado e de outros parceiros, “porque isso vai contribuir para melhorar as vendas e também aumentar a arrecadação de tributos”.

Jurandir Guedes acredita que as vendas devem aumentar em 30% em relação ao ano passado, já que haverá uma boa divulgação na mídia. Serão sorteados dois veículos 0km e três motos entre os consumidores. Já os vendedores que mais se destacarem também serão contemplados com cinco notebooks.

Atendendo a uma solicitação da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), que pede o fim do expediente facultativo nas repartições públicas com a alegação de que as vendas caem nesses dias, o governador disse que iria fazer estudos para saber do amparo legal antes de tomar uma decisão. Disse, na ocasião, que concorda com o pedido de divulgação de um calendário prévio com as datas de expediente facultativo no Estado. Mas lembrou ser preciso não ferir as leis trabalhistas, nem ficar contra aquilo que se tornou tradicional na cultura do Nordeste, como as festas juninas.

“Vamos determinar que uma comissão faça a adequação das reivindicações, sem ferir as questões trabalhistas nem as datas tradicionais”, afirmou. Segundo ele, os resultados dos feriados são pequenos se comparados aos prejuízos para o Estado e o comércio.

José Nunes, com fotos de Manodecarvalho, da Secom