Fale Conosco

9 de abril de 2014

Mamanguape recebe ação promovida pelo Hospital de Trauma e Cruz Vermelha



O Hospital de Trauma de João Pessoa e a Cruz Vermelha Brasileira realizaram, nessa terça-feira (8), no Instituto Moderno, no município de Mamanguape, a ação social Saúde Sem Fronteiras. O evento fez parte da programação da Semana Nacional de Humanização. Foram oferecidos serviços como tipagem sanguínea, teste de glicemia, orientações de saúde e nutrição, atendimento jurídico e assistência social.

Voluntários de diversas especialidades que participaram dos trabalhos atenderam a crianças, adultos e idosos. O evento realizou mais de 260 atendimentos, das 8h às 12h. O projeto Saúde em Fronteiras é uma iniciativa do Hospital de Trauma/Cruz Vermelha Brasileira e usa a informação e a mobilização como estratégia de promoção da saúde.

Para a técnica de enfermagem, Débora Ribeiro, o trabalho voluntário é muito gratificante e proporciona grande aprendizado para quem participa. “Eu gosto desse trabalho voluntário, gosto de estar com o público, aprendemos muito com as pessoas que são atendidas nas ações,” enfatizou.

Pela primeira vez na ação social, o estudante de medicina João Guilherme, ficou animado com a oportunidade de colocar em prática o que vem aprendendo na sala de aula. “O trabalho voluntário é uma chance de universalizar a saúde, levando atendimento nas mais diversas localidades, além de ajudar na nossa formação,” avaliou.

Já a estudante de Nutrição, Cintia Tormes destacou a importância da ação social. “A ação é benéfica e gratificante, pois estamos levando serviços à população de forma direta, orientando para uma melhor qualidade de vida, e nesse sentido o Hospital de Trauma e a Cruz Vermelha Brasileira estão de parabéns pela iniciativa,” completou.

Para a professora do curso de Nutrição da Faculdade de Ciências Médicas, Lúcia Helena, o trabalho voluntário é uma oportunidade que o aluno tem para vivenciar os conhecimentos vistos em sala de aula. “A gente tem que estar aqui para ajudar e incentivar. O contato com as pessoas é muito importante para eles”, afirmou a professora.

A dona de casa Selma Aparecida de Souza, 51 anos, também marcou presença. “Achei muito importante o projeto e estou achando tudo eficaz e rápido. A gente se cuida quando fica doente, mas não se previne, e esse é o mais importante,” ressaltou.