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16 de abril de 2015

Lojistas de shopping optam pelo gás natural e ficam satisfeitos com resultados



Os lojistas da Praça da Alimentação do Mangabeira Shopping que optaram pelo gás natural estão satisfeitos com a utilização do combustível pela segurança, comodidade e economia proporcionada. Inaugurado no final do ano passado, o empreendimento já conta com 16 restaurantes, lanchonetes e um boliche operando suas cozinhas dentro do conceito do gás natural.

De acordo com o gerente geral do Mangabeira Shopping, Antônio Ferreira, a administração do empreendimento e os lojistas estão satisfeitos com o funcionamento do gás natural que nestes quatro meses de operação não registrou nenhuma intercorrência ou  reclamação.  “Minha satisfação hoje é maior porque minha preocupação é menor do que quando trabalhava com o GLP e tinha que pagar duas ou três notas por mês e estar sempre atento à reserva. Outro fator é a segurança, já que não é mais necessário os caminhões de abastecimento, que causava transtornos e risco de acidentes”, explicou.

O empresário Ronaldo Rocha, do restaurante Chinatown, disse que já trabalhou com o gás butano, mas prefere o gás natural por ser mais leve e limpo, pela comodidade de não precisar estar duas ou três vezes por semana abastecendo os botijões e pela segurança. “É um gás mais seguro e mais econômico pela comodidade de não precisar de espaço para estocagem, o que é muito importante em estabelecimentos nos padrões de shoppings centeres. Estou satisfeito, pois o gás natural  atende a todas as minhas expectativas”.

Visão de futuro-A PBGás investiu mais de R$ 500 mil na ampliação da sua rede de distribuição com uma extensão de 870 metros de tubulação em aço da avenida principal do conjunto dos Bancários até a área do empreendimento.

O diretor técnico e comercial da PBGás, Carlos Vasconcelos, acredita no desenvolvimento dos bairros de Mangabeira e Bancários, especialmente depois da instalação do shopping. “A tendência é assistirmos a um boom imobiliário e a expansão de novos empreendimentos comerciais que têm no gás natural um insumo importante, não só para o uso do aquecimento de água e cocção, como também para geração de energia”.

Para Carlos Vasconcelos, é desejável que essa nova fronteira de desenvolvimento urbano já encontre a rede de distribuição de gás natural prontas para atendê-la. “Dessa forma a PBGás direciona parcela importante de seus recursos para a expansão da rede de distribuição naquela área”, explicou.

O gerente de Mercado Residencial e Comercial da PBGás, Renato Vilarim, destacou que fatores contribuem para a eficiência e praticidade do gás natural. Ele destacou a segurança, já que o combustível se dissipa rapidamente no ar, a comodidade em relação ao abastecimento que acontece de forma ininterrupta e sem a necessidade de utilização de caminhões e de espaços de estocagem no estabelecimento.

Vilarim informou que atualmente 147 estabelecimentos comerciais no Estado utilizam gás natural e que a meta é continuar crescendo enquanto houver clientes que não estiverem consumindo. “Neste contexto, estamos abertos a esclarecer sobre a melhor forma para a utilização do gás natural no aspecto da economia por fatores como a queima completa do combustível sem deixar resíduos e poluentes e na melhoria da eficiência energética do empreendimento”, completou.