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25 de setembro de 2012

Livro sobre personagem Tex será lançado na Fundação Casa de José Américo



O colecionador G. G. Carsan lança o livro “Tex no Brasil – Justiça a Qualquer Preço”, em parceria com a Fundação Casa de José Américo, órgão da Secretaria de Estado da Cultura. O evento acontece nesta quinta-feira (27), às 19h, no auditório da FCJA.

“Tex no Brasil – Justiça a Qualquer Preço” tem 230 páginas e é ilustrado com imagens da saga texiana e desenhos inéditos feitos por brasileiros. A obra faz uma viagem por Tex Coleção e Tex a Cores, destaca os pilares que garantiram o sucesso fenomenal de Tex no Brasil, opina e aponta os questionamentos e desencontros com enredos, desenhos e personagens.

O livro traz uma entrevista com Júlio Schneider (tradutor, consultor e colecionador de Tex) e tem as colaborações de Gervásio Santana e Rodrigo Bratz (TexBR). O autor traz informações sobre o Livro 1, lançado em 2009, e algumas passagens engraçadas. Entre as novidades estão a participação de três desenhistas paraibanos, de maior destaque nos cenários nacional e internacional, que interpretaram Tex a seu modo: Emir Ribeiro, Mike Deodato e Jack Herbert.

Tex aniversaria em 30 de setembro e, no Brasil, comemora-se o Dia Nacional do Tex, em que os colecionadores participam de eventos e se confraternizam pela internet. Este ano estão homenageando o editor e roteirista Sergio Bonelli (falecido em 26 setembro 2011), responsável por Tex ter sobrevivido tanto tempo, com mensagens e desenhos realizados por pessoas de diversos países, atestando a sua importância para o personagem e para os quadrinhos.

O autor – G. G. Carsan é leitor e colecionador de Tex desde os 10 anos de idade. Há 37 acompanha, mês a mês, a saga do faroeste e formou várias coleções completas, adquiriu revistas e livros estrangeiros sobre o personagem, aventurou-se em roteirizar algumas histórias e por fim decidiu escrever sobre Tex Willer (gibi criado na Itália em 1948 por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini).

Os objetivos do autor são: divulgar o personagem através dos eventos de lançamentos e exposição na mídia real e virtual; incentivar a leitura através de palestras e de exposições com ênfase para as qualidades referenciais do personagem; viajar e fazer amizades com os colecionadores de todo país, além de mostrar que HQ é cultura.