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Lacen-PB promove oficina sobre tratamento e descarte de resíduos químicos

quarta-feira, 18 de setembro de 2013 - 15:44 - Fotos: 

O Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba (Lacen-PB), órgão do Governo do Estado, realizou nesta quarta-feira (18) uma Oficina para Tratamento e Descarte de Resíduos Químicos. O treinamento aconteceu no auditório do Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor-RH) e reúne cerca de 60 profissionais de saúde que trabalham nos laboratórios dos hospitais da rede pública de João Pessoa.

De acordo com a gerente do Núcleo de Controle de Qualidade do Lacen-PB, Lúcia Cristina Correa Moura, o principal objetivo do evento é capacitar esses profissionais sobre o manuseio e o descarte adequado dos produtos químicos gerados durante os procedimentos laboratoriais. “Esse trabalho tem que ser feito de forma adequada e segura para prevenir a contaminação do profissional e do meio ambiente”, alertou.

A oficina foi ministrada por Ivanildo Brasileiro, assessor de gabinete do secretário de Estado da Saúde, Waldson Dias de Souza, que já atuou em vários cargos dentro do Lacen, todos voltados para segurança, manuseio e descarte de produtos químicos. Ele também tem um trabalho desenvolvido pela Fiocruz sobre o gerenciamento de resíduos em serviços de saúde.

Ivanildo explicou que todo produto químico é altamente poluente, daí a necessidade desses materiais serem descartados de forma segura para não causar danos irreparáveis ao profissional, ao meio ambiente, aos seres humanos, as plantas e animais.

De acordo com Ivanildo Brasileiro, todas as empresas que vendem seus produtos são obrigadas por lei a recolher as sobras e providenciar o destino final desses materiais. No caso dos ácidos, o descarte é feito por meio da neutralização do princípio ativo. Os resíduos infectantes, como seringas, agulhas e sangue de pacientes são descartados por meio da incineração e outros produtos sólidos mais perigosos e ‘pesados’ devem ser descartados em aterro sanitário específico que obedecem às normas de segurança rigorosas como forma de evitar a contaminação do solo e de causar danos aos seres humanos, à flora e à fauna.