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21 de agosto de 2017

Iphaep encerra Semana do Patrimônio, hoje à tarde, com aula pública e descerramento de placa em homenagem ao Bicentenário da Revolução de 1817



A tarde desta segunda-feira (21) será especial para a memória da História da Paraíba. A partir das 16h, na Praça 1817, vai ser descerrada uma placa para registrar, para a posteridade, os ideários da Revolução de 1817 e homenagear os paraibanos que se destacaram como líderes do movimento. Haverá, ainda, apresentação da Banda Polícia Militar.

“Um pouco antes, às 14h, no Palácio da Redenção, teremos uma aula pública sobre o movimento republicano e a entrega de premiações das redações sobre o tema. O evento encerra, com chave de ouro, a III Semana do Patrimônio do Iphaep e é resultado de uma parceria do Instituto com a Secretaria de Estado da Educação, Casa do Estudante e Secult”, explicou a diretora executiva do Iphaep, Cassandra Figueredo.

Segundo ela, desde a terça-feira passada, o Governo do Estado, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba, vem realizando uma série de eventos, em João Pessoa, Aparecida e Alagoa Grande, para discutir o que é patrimônio, os bens culturais (móveis e imóveis) e como a sociedade pode se engajar para preservar a memória artística, cultural, arquitetônica e patrimonial da Paraíba. “Nosso Instituto tem como finalidade executar políticas públicas de preservação dos bens de valor histórico, artístico e cultural.”, revelou a gestora estadual. “E, estamos atuando, de maneira permanente, com ações técnicas e educacionais em todo o Estado da Paraíba”, observou.

A Revolução – O encerramento da III Semana do Patrimônio Cultural da Paraíba, na tarde desta segunda-feira, relembra um dos fatos mais marcantes da História política da Paraíba Imperial: a Revolução de 1817. Seus ideólogos pregavam a liberdade e a soberania nacional. O levante completa o Bicentenário neste ano de 2017.

A placa que o Iphaep irá afixar hoje, às 16h, na Praça 1817 é uma homenagem aos patriotas, como Amaro Gomes Coutinho, Peregrino de Carvalho e Francisco José da Silveira. “Eles lutaram pela República e deram suas vidas por seus ideais: foram enforcados e tiveram as cabeças e mãos salgadas e expostas nas principais ruas da antiga província da Parahyba”, revelou Cassandra Figueiredo.