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Indústria de transformação aumenta a movimentação no Porto

segunda-feira, 18 de junho de 2012 - 17:21 - Fotos: 

Foto: Claudio Cesar/Secom-PB

O Porto de Cabedelo mantém um fluxo considerável de navios cargueiros atracando em seu cais. Neste mês de junho, a estimativa do volume de carga movimentada é de 170 mil toneladas. Os navios chegam principalmente da Argentina, Estados Unidos, Venezuela, Japão e Portugal. Os principais produtos são coque verde (destinado às indústrias cimenteiras); combustíveis, trigo e malte (para a indústria cervejeira). Da Europa vai chegar um navio para exportar pedras de granito da Paraíba. Em containers, atualmente via porto de Suape, em Pernambuco, chegam ao porto de Cabedelo outros produtos industrializados.

Nesse mês de junho já atracaram no porto 12 navios cargueiros e outros seis estão programados para atracarem até o dia 30. Para o mês de julho, a previsão é que cheguem entre 22 e 25 navios, dos quais oito vão atracar em Cabedelo até o dia 10. Em maio passado, atracaram no porto 17 cargueiros.

De acordo com o vice-presidente da Companhia Docas da Paraíba, Antonio Ricardo de Andrade, a movimentação é resultado do empenho do Governo do Estado em recuperar a capacidade do porto. “Fazer a economia da Paraíba crescer, por meio do porto, é uma determinação do governador Ricardo Coutinho, que tem se empenhado ao máximo na busca de projetos junto ao Governo Federal”, afirmou, destacando ainda a atuação do presidente da Companhia Docas, Wilbur Holmes Jácome.

Malte – O Porto de Cabedelo, pela primeira vez, está operando com malte. No mês de maio, um navio vindo da Argentina descarregou uma carga de 11 mil toneladas do produto para atender a demanda da indústria cervejeira na Paraíba e em outros Estados. O produto foi armazenado em seis silos implantados no porto. Juntos, eles têm capacidade de 36 mil metros cúbicos de armazenagem, garantindo uma movimentação extra no porto de mais 100 toneladas/ano.

Num período de 15 a 20 dias, mais de 400 caminhões transportaram o malte para a fábrica da AmBev, no distrito industrial de João Pessoa. O produto também seguiu para unidades da empresa no Ceará, Maranhão e Pernambuco.