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I Copa de Bandas Marciais da Rede Estadual de Ensino acontece nesta sexta-feira em Cajazeiras

quarta-feira, 28 de outubro de 2015 - 16:59 - Fotos: 

A Secretaria de Estado da Educação, por meio da Gerência de Bandas Escolares, realiza às 17h desta sexta-feira (30), em Cajazeiras, a I Copa de Bandas Marciais da Rede Estadual de Ensino da Paraíba. O evento, que promoverá uma competição entre 18 bandas  tem como slogan: “No Compasso da Música, o Aluno é Nota 10!” e contará com a participação de 1.300 alunos das escolas de sete Gerências Regionais de Educação (GREs), tais como Campina Grande, Patos, Itaporanga, Sousa, Princesa Isabel e Cajazeiras.

As bandas são divididas por regiões, uma forma de equilibrar a competição e facilitar a logística do evento, coordenado pela 9ª Gerência Estadual de Educação. “Um dos grandes objetivos da copa de bandas marciais é promover o congraçamento de jovens amadores instrumentistas e seus regentes, divulgando exemplos oriundos das principais regiões da Paraíba, cujo trabalho pedagógico é resultado do alcance social referenciado em todo o nosso Estado”, explicou o gerente de bandas escolares, Júlio César Ruffo.

De acordo com a gerente Regional de Cajazeiras Andréia Braga este será um dos maiores eventos sediados na cidade. “É a primeira vez que Cajazeiras acolherá uma copa de Bandas Marciais. A Mostra é competitiva e classificará as vencedoras para as etapas estadual e nacional’, completou a gerente da 9ª GRE.

Vão participar da I Copa de Bandas Marciais da Rede Estadual de Ensino da Paraíba: a Banda Marcial Moisés Coelho, João da Mata, Ministro Carlos Luiz, Francisco Maia, Izidra Pacífico, Dione Diniz, Valdomiro Vanderley, Cristiano Cartaxo, Mons. Vicente Freitas, Adalgisa Teódolo, Escola do Cajueiro, Iracema Marques, Mosn. Manoel Vieira, Jacob Frantz, Constatino Vieira, Eliel Nunes Rodrigues, Arruda Câmara e Mestre Júlio Sarmento.

Trabalho pedagógico – As bandas marciais resgatam a tradição dos desfiles cívicos, mas também estimulam o desempenho dos estudantes em sala de aula. Segundo o gerente Júlio Ruffo, para integrar as bandas, os alunos precisam ter notas acima da média e muitos que não iam bem na escola, hoje mostram que viraram o jogo. “Vários alunos que tiravam notas vermelhas, antes de participarem das bandas, chegam pra gente hoje e mostram um boletim bem diferente, com notas dentro ou acima da média escolar. Isso nos enche de orgulho”, finaliza.