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16 de julho de 2009

Hospital Regional de Campina Grande proíbe os atendimentos eletivos



Para agilizar a assistência aos casos de urgência e emergência, a direção do Hospital Regional de Emergência e Traumas Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, determinou a proibição de atendimentos eletivos. A  medida busca maior rapidez aos atendimentos de alta complexidade, diminuindo o tempo de espera dos pacientes que correm risco de morte.

Desde que assumiu o Hospital Regional há cerca de três meses, a direção constatou o aumento no número de atendimento ambulatorial que estava descaracterizando o hospital, criado com a finalidade de receber apenas os casos de urgências e emergências.  Mais de 40% dos pacientes atendidos no Hospital, conforme observou a diretoria, eram eletivos e poderiam ser encaminhados para as Unidades Básicas de Saúde.

Diante das estatísticas, o diretor João Menezes resolveu restringir os atendimentos eletivos que são as doenças crônicas em que o paciente não corre risco de morte. Ele disse que a especialidade do Hospital é atender os casos de alta complexidade. Ele não tem dúvida de que a mudança vai dar rapidez no atendimento médico.
A partir de agora as fichas são distribuídas com as cores específicas que identificam que tipo de atendimento o usuário pode recorrer. Se o caso do paciente não for de urgência e emergência ele será orientado para procurar o serviço básico de saúde em seu bairro.

Diariamente, cerca de 300 pessoas são atendidas no Hospital Regional. O diretor técnico Márcio Rocha explicou que a atual direção está tentando reeducar a população para apenas procurar a unidade hospitalar quando o caso for urgência ou emergência.

Referência nos atendimentos em serviços especializados, o Hospital Regional de Emergência e Traumas Dom Luiz Gonzaga Fernandes atendeu somente no mês de junho 9.456 pessoas. Deste total, pelo menos 40% poderiam ter sido atendidos nas Unidades Básicas de Saúde.

Assessoria de Imprensa do Hospital Regional de Campina Grande