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Hospital Edson Ramalho completa 40 anos na próxima segunda-feira

sexta-feira, 27 de novembro de 2009 - 19:16 - Fotos: 

O Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho completa 40 anos de fundação nesta segunda-feira (30). São quatro décadas de assistência aos policiais militares, seus familiares e ao público usuário do Sistema Único de Saúde (SUS). A instituição hospitalar está localizada no bairro Treze de Maio, em João Pessoa, à Rua Eugênio de Lucena Neiva, s/n. A diretoria do hospital organiza um evento comemorativo para marcar o 40º aniversário da instituição.

São cerca de 800 funcionários que prestam serviços nos setores de urgência e emergência, maternidade, prótese auditiva, transplante de córnea, laboratório, radiologia, farmácia, administração, brinquedoteca, enfermarias, limpeza, nutrição, serviço social, psicologia, oftalmologia, e odontológico. Por dia são atendidos, em média, 300 pacientes nas diversas especialidades médicas da unidade de saúde.

Integram a atual diretoria a tenente-coronel Maria Emília Pontes de Farias (diretora executiva), tenente-coronel Fernando Antonio Florêncio dos Santos (diretor técnico) e o tenente Ronaldo Miguel Beserra (diretor administrativo).

Na história – O Hospital Edson Ramalho foi fundado em 30 de novembro de 1969, no governo João Agripino Maia e demorou 13 anos para ser concluído. A pedra fundamental foi lançada em maio de 1957, com o início da construção no governo Pedro Moreno Gondim. No passado, servia apenas aos policiais militares e seus familiares, por conta da Lei nº. 4.729, de 16 de setembro de 1965. O primeiro diretor do Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho foi o coronel Asdrúbal Masiglia de Oliveira.

O Hospital Edson Ramalho é uma instituição de médio porte, com 151 leitos. Sendo um hospital geral, tem a maior parte de seus pacientes procedentes da Capital. Por mês atende cerca de 10 mil pessoas, sendo de 40% a 50% provenientes do interior do Estado. Os pacientes buscam na unidade hospitalar, em sua maioria, assistência cirúrgica e clínica, bem como serviço de maternidade através do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Josélio Carneiro, da Secom-PB