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20 de setembro de 2012

Hospital de Trauma implanta programa de alimentação do trabalhador



A Cruz Vermelha Brasileira acaba de concluir o cadastro do Hospital Estadual de Emergência e Trauma de João Pessoa no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), do Ministério do Trabalho e Emprego. O programa, criado em 1976, prioriza o atendimento aos trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos mensais.

O PAT pretende melhorar as condições nutricionais e de qualidade de vida, aumento da capacidade física e de resistência à fadiga e a doenças, bem como redução dos riscos de acidentes de trabalho. “Trata-se de é um programa de complementação alimentar, no qual, o Governo – e no nosso caso – a Cruz Vermelha e todos os colaboradores do hospital partilham a responsabilidade de induzir a qualidade de vida”, afirma o superintendente da Cruz Vermelha Brasileira, Saulo Esteves.

Ele explicou que o benefício não vai custar nada para os servidores, e ainda pretende colaborar para o aumento da produtividade, maior integração entre trabalhador e empresa,
redução do absenteísmo (atrasos e faltas) e diminuição da rotatividade. Além de redução de despesas e investimentos na área da saúde, por meio do Governo Federal, crescimento da atividade econômica e bem-estar social.

Para se adequar às exigências do PAT, o hospital ampliou o refeitório de 52 para 120 lugares, numa área climatizada. Por dia são servidas em torno de 1.800 refeições, quase 55 mil por mês.

De acordo com a coordenadora de nutrição, Christiane Carneiro, o novo ambiente vai proporcionar mais conforto e bem-estar aos funcionários e acompanhantes de pacientes que realizam em média três refeições diariamente. “Além de diminuir a fila na hora das refeições”, lembra a nutricionista.

Alimentação saudável – De acordo com os Parâmetros Nutricionais do Ministério do Trabalho, entende-se por alimentação saudável o direito a um padrão alimentar adequado às necessidades biológicas e sociais, respeitando os princípios da variedade, da moderação e do equilíbrio, dando-se ênfase aos alimentos regionais e respeito ao seu significado socioeconômico e cultural, no contexto da Segurança Alimentar e Nutricional.