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7 de março de 2017

Hospital de Trauma de Campina Grande implanta projeto Cão Terapeuta



O Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, que integra a rede hospitalar do Governo do Estado, lança um projeto inédito em hospital na Paraíba: a visita de bichos de estimação às crianças internadas. Conhecido por ‘Cãoterapia – Terapia Assistida por Animais’ o programa permite que cães devidamente treinados passem um tempo junto aos pacientes do hospital. Durante as visitas, além dos tradicionais afagos e brincadeiras, os cães estimulam a socialização das crianças, que dessa maneira se tornam mais receptivas ao ambiente hospitalar.

De acordo com o diretor geral do Trauma-CG, Geraldo Medeiros, a unidade hospitalar tem sido pioneira em ações de humanização. “Essa Terapia Assistida por Animais (TAA) é um modelo de humanização hospitalar que nós iniciamos no setor da pediatria que consiste no contato das crianças internadas com um cão treinado para o contato humano, diminuindo o possível desconforto com o ambiente hospitalar”, destacou Geraldo Medeiros.

Para participar das atividades, os animais são submetidos à higienização, dentro do que é exigido pelas normas de controle de infecção hospitalar. Os cães também são vacinados e vermifugados para prevenir a transmissão de doenças. Para serem utilizados nestes trabalhos, os cachorros, além de receberem treinamento e cuidados específicos, devem ser dóceis e carinhosos.

A pet terapia é uma parceria entre o Hospital de Trauma-CG e o voluntário Bento Souto.  O projeto Terapia Assistida por Animais acontecerá todas as quartas-feiras, às 8 horas. A terapia com cães e outros animais de estimação não promete a cura de doenças, mas resulta em benefícios físicos e mentais para os pacientes que recebem as visitas.

A prática mostra que o simples contato com o animal já é suficiente para trazer benefícios às pessoas. Os contatos melhoram o sistema imunológico, trazem capacidade motora e fortalecem a autoestima.

No Trauma-CG, o cão será levado aos leitos dos pacientes, exceto os que, por algum motivo se encontrarem em isolamento. Cerca de 20 pacientes deverão ser beneficiados com esta terapia na ala pediátrica.