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6 de agosto de 2015

Hemocentro de Campina Grande realiza programação especial para homenagear pais doadores de sangue



O Dia dos Pais será comemorado neste domingo (9) e como uma forma de homenagear e agradecer aos pais doadores de sangue o Hemocentro Regional de Campina Grande vai realizar, na manhã desta sexta-feira (7), uma programação diferenciada para os pais que comparecerem para doar sangue. A partir das 7h, horário em que começa a doação, os pais que doarem sangue terão um café da manhã especial, receberão brindes e ainda assistirão à apresentação musical da Banda do 2º BPM (Batalhão de Polícia Militar).

Com o tema “Ajudar tá no sangue”, a campanha do Dia dos Pais utiliza a imagem do policial militar reformado Francisco de Lima Assis e dos seus filhos, os estudantes Tércio Teófilo Ferreira Assis e Gabriel Edrei Ferreira Assis, todos doadores de sangue. Gabriel, inclusive, tem apenas 17 anos de idade e, com a autorização do pai, uma vez que é menor de idade, já se tornou doador. Os filhos contam que foram incentivados pelo pai a praticar a doação de sangue e a cada três meses os três comparecem ao Hemocentro.

Para doar sangue, é importante estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 50 kg e ter entre 18 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até os 60 anos. Jovens que completaram 16 anos também podem doar, desde que sejam devidamente autorizados pelos responsáveis. Na hora da doação é importante estar descansado e evitar alimentação gordurosa algumas horas antes, mas o doador não deve estar de jejum. Após a coleta, o sangue passa por diversos tipos de testes e as unidades que apresentam reatividade sorológica, ou seja, possuem resultado positivo para doenças transmissíveis, são descartadas.

Algumas situações específicas impossibilitam a doação de sangue temporariamente ou de forma definitiva. Pessoas que tiveram evidências clínicas ou laboratoriais de doenças transmissíveis pelo sangue, como Hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II, doença de Chagas, ou que já fizeram uso de drogas ilícitas injetáveis, por exemplo, não podem doar sangue definitivamente. Febres e resfriados também impedem a ação até que o doador melhore e grávidas podem doar 90 dias após o nascimento do bebê em caso de partos normais e 120 dias em casos de cesárea.

Quem fez tatuagens deve esperar um ano para poder doar, devido ao critério técnico para garantir a segurança do sangue doado. O cuidado visa assegurar a qualidade do sangue e evitar a janela imunológica, ou seja, o período em que exames laboratoriais não conseguem identificar a presença do vírus HIV ou de hepatites, por exemplo, em amostras de sangue de uma pessoa infectada.