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Governo retorna ações sobre Lei Maria da Penha em canteiros da construção civil

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016 - 11:56 - Fotos:  Secom-PB

Ações educativas de enfrentamento à violência contra a mulher foram reativadas, nesta sexta-feira (19), no canteiro de obras no bairro Nova Mangabeira, em João Pessoa.

A iniciativa do Governo do Estado leva informações e princípios da Lei Maria da Penha aos canteiros de obras da construção civil. O trabalho é feito pela Coordenação das Delegacias Especializadas da Mulher/SEDS e da Secretaria da Mulher e Diversidade Humana em parceria com o Conselho Regional de Engenharia (Crea-PB), Sindicato da Intermunicipais das Indústrias da Construção Civil (Sintricom).

A coordenadora das Delegacias das Mulheres da Paraíba, delegada Maísa Félix, informa que seis canteiros de obras foram visitados ano passado com orientação dirigida a mais de 600 homens trabalhadores sobre com é aplicada a Lei Maria da Penha e sobre quais as consequências da violência contra mulher na vida familiar e afetiva.

Segundo a delegada Maísa Félix, o projeto “Lei Maria da Penha nos Canteiros de Obras” integra o terceiro eixo do programa Mulher Protegida, do Governo do Estado, que prevê palestras, orientações e parcerias com a sociedade civil e iniciativa privada. O primeiro eixo é voltado para fiscalização das medidas protetivas e o segundo para entrega do dispositivo SOS Mulher.

Segundo a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, o momento agora é chegar junto do público masculino. “Estamos buscando parcerias para levar informações para enfermeiros, bancários, funcionários públicos, médicos, policiais, professores e comerciários. Estamos levando informações para sensibilizar os homens, reeducar com uma visão mais humana e igualitária”, disse a delegada.

As visitas aos canteiros de obras continuam no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. A delegada disse que o trabalho preventivo e educativo já foi divulgado em colégios estaduais e privados, além de praças públicas. “Estamos focando agora grupos masculinos para deixar o alerta e sensibilizar”.