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Governo reforça ações emergenciais de convívio com a estiagem

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014 - 16:54 - Fotos:  Secom-PB

O Governo da Paraíba vem reforçando as ações emergenciais de convívio com a estiagem. O Estado tem a maior faixa territorial do Brasil compreendida como Semiárido. Cerca de 80% dos municípios paraibanos se encontram nessa região e todos estão com o decreto de situação de emergência por estiagem em vigor e cadastrados no programa de abastecimento de água por meio de carros-pipa do Governo do Estado. No total, o programa possui 549 veículos distribuídos em 160 municípios, beneficiando mais de 380 mil pessoas.

Além da Operação Carro-pipa, é desenvolvido o programa de recuperação de poços que, desde julho de 2012, vem recuperando 486 poços no Estado. De acordo com o levantamento da Gerência de Obras da Secretaria de Estado da Infraestrutura, o programa já alcançou a marca de 85% de conclusão, beneficiando aproximadamente 10 mil pessoas.

Dentro das ações de socorro e assistência à população, outro projeto de destaque é a manutenção do rebanho através do programa de distribuição de ração animal gratuita, que em 2013 entregou mais de 21 mil toneladas nos municípios afetados pela estiagem. Em 2014, estão sendo destinadas mais oito mil toneladas. Essa ação pioneira no país tem colaborado com o combate ao déficit do rebanho bovino do Estado.

Para o secretário executivo estadual de Infraestrutura, Carlos Alberto Dantas, o Governo investe e prioriza ações que visam mitigar os efeitos da estiagem. “Estamos desenvolvendo diariamente ações que ajudem a população a conviver com a seca, desde um poço recuperado em uma comunidade que vai beneficiar diretamente pelo menos 30 famílias, até uma grande obra que vai garantir segurança hídrica para vários municípios, a exemplo das adutoras”, explicou, informando ainda que mesmo com a ação estadual alguns municípios precisam de aporte do Governo Federal. ”O município que tem o decreto de situação de emergência reconhecido passa a ter o direito de acesso aos programas de assistência que visam mitigar os efeitos da estiagem oferecidos pelos governos, tanto no âmbito federal como no estadual, por isso a necessidade dessa metodologia”, finalizou o gestor.